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Os 5 erros fatais que travam o emagrecimento; veja a lista

Em entrevista à ES Brasil, a nutricionista Karla Barros aponta erros comuns, como reduzir proteínas e pular refeições, que comprometem o processo de emagrecimento

Por Thamiris Guidoni

Cortar comida, pular refeições ou seguir estratégias sem orientação são atitudes comuns entre quem tenta emagrecer sozinho, e que podem comprometer os resultados. Entre os principais erros está a redução do consumo de proteínas, nutriente essencial para preservar a massa magra. Dietas desequilibradas e decisões por tentativa e erro afastam o objetivo de um emagrecimento saudável.

Em entrevista à ES Brasil, a nutricionista Karla Barros explica que o processo vai muito além de “comer menos” e exige estratégia. “Para emagrecer, a gente não tem que fechar a boca, pelo contrário, a gente precisa abrir a nossa mente para encarar como gostosos alimentos que geram saciedade”, afirma.

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Segundo ela, a baixa ingestão de proteínas é uma das falhas mais graves. A recomendação geral é consumir cerca de 1,6 grama por quilo de peso ao dia. “Esse é o pior erro que o indivíduo pode cometer, porque é necessário bater a meta proteica”, explica. 

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Outro erro comum é consumir carboidratos de forma isolada, como frutas ou biscoitos. “Isso provoca picos de glicemia e de insulina, o que pode favorecer o ganho de peso e resistência à insulina”, alerta.

Os 5 erros mais comuns ao tentar emagrecer:

  • Reduzir proteínas
  • Consumir carboidratos isoladamente
  • Pular refeições sem estratégia
  • Apostar em dietas restritivas
  • Ignorar condições de saúde

Cortar carboidratos ou adotar jejum pode funcionar em alguns casos, como em pessoas com resistência à insulina, diabetes ou gordura no fígado, mas não é regra. Já pular refeições sem orientação tende a ter efeito contrário.

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“Depois de horas sem se alimentar, o indivíduo chega com muita fome e acaba comendo em excesso”, diz.

Sem acompanhamento, há riscos como perda de massa magra e deficiências nutricionais. “O paciente acha que precisa passar fome, e a massa magra despenca, o que é perigoso”, afirma.

O efeito sanfona também é comum. “A pessoa até emagrece, mas não mantém, porque volta a comer como antes”, explica.

Segundo Karla, isso também ocorre em quem usa medicamentos sem reeducação alimentar, o que pode levar a um reganho ainda maior de peso. 

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Para ela, emagrecer com saúde é reduzir gordura sem comprometer a massa magra e respeitar as particularidades de cada organismo. “O plano alimentar precisa ser prazeroso para se tornar sustentável”, conclui.

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