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Samarco prevê produção de 15 milhões de toneladas de pelotas em 2025

Empresa planeja investir US$ 1 bilhão para retomar produção após acordo por Mariana e alcançar 100% da capacidade produtiva até 2028

Por Kikina Sessa

A Samarco espera produzir 15 milhões de toneladas de pelotas de minério de ferro em 2025, recuperando sua posição entre os três maiores exportadores globais do insumo siderúrgico, junto à LKAB e à Vale, maior produtora do mundo.

Este volume se compara às aproximadamente 9 milhões de toneladas previstas para este ano, com a produção sendo enviada para siderúrgicas no Japão, Europa, Oriente Médio e Américas.

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A empresa dobra sua capacidade produtiva instalada com a reativação do Concentrador 2 e a implementação de mais uma planta de filtragem de rejeitos no Complexo de Germano (MG), nesta segunda-feira (16), quando concluiu mais uma etapa do plano de retomada operacional gradual. Com esse avanço, a empresa estima alcançar a produção de 15 milhões de toneladas de pelotas e finos de minério em 2025, o dobro da produção registrada no início da retomada em 2020. A mineradora também reativou a usina de pelotização no Complexo de Ubu, em Anchieta, em agosto de 2024.

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“Esse avanço só foi possível graças ao empenho dos nossos empregados e contratados, além de um investimento de R$ 1,6 bilhão nesta etapa do plano de retomada gradual. A ampliação da capacidade produtiva nos reposiciona entre os principais players do mercado transoceânico de pelotas de minério de ferro e reforça nossa capacidade de honrar os compromissos assumidos na reparação da Bacia do Rio Doce”, destacou o presidente da Samarco, Rodrigo Vilela.

O próximo passo será alcançar 100% da capacidade produtiva instalada até 2028, com investimento da ordem de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 6 bilhões). O projeto para essa fase contempla o retorno da operação do Concentrador 1, em Germano, e das Usinas de Pelotização 1 e 2, em Ubu, além da construção de uma nova planta de filtragem em Minas Gerais.

Desde a retomada, em 2020, a empresa adotou um modelo operacional sem barragens de rejeitos. O rejeito arenoso, que representa 80% do total gerado, é filtrado e empilhado a seco. Os 20% restantes, compostos por ultrafinos, são dispostos em cavas confinadas.

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