O presidente Jair Bolsonaro vetou a extensão da isenção de impostos da folha de pagamento e empresários e dirigentes do setor se articulam junto ao Congresso Federal para derrubar o veto
O setor empresarial estima que, só no Espírito Santo, a isenção engloba mais de 85 mil empregos.
O economista e conselheiro do Corecon-ES Sebastião Demuner pondera que a decisão do governo se justifica em razão da perda de receita, mas, por outro lado, o especialista avalia que é importante recuar para que o desemprego não siga avançando em larga escala no País.
“É fundamental que essa isenção seja feita de uma forma coerente, com um compromisso numérico e estatístico por parte dos empresários para garantir que os empregos serão mantidos.
Caso contrário, irá acontecer igual ao que ocorreu no governo Dilma, que concedeu isenção tributária ao setor automobilístico para preservar os empregos e as demissões continuaram.
Preservar os empregos é de extrema importância, principalmente nesse momento de crise econômica”, avaliou Demuner.

