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Dívida alta

“Antes mesmo de ingressarmos no período pandêmico, já necessitávamos de profundas reformas no nosso tecido econômico e social”, afirmou Vaner Corrêa

É grande a necessidade do País se estruturar para sanar a dívida contraída pelo governo para arcar com as medidas de combate à Covid-19. Segundo a previsão do Tesouro Nacional, a dívida bruta do governo irá encerrar o ano a 96% do PIB. No final de 2019, a estimativa era de 75,8%.

Na avaliação do conselheiro do Corecon-ES Vaner Corrêa (foto), esta relação mostra com clareza que o Brasil já entrou num sinal vermelho, como também aponta a perda de capacidade de investimento do Estado.

“Quanto à ausência de planos de desenvolvimento, de médio e longo prazos que permitisse que a nossa matriz industrial não entrasse num período pré-falimentar, como está acontecendo, é imperdoável. Mas, antes mesmo de ingressarmos no período pandêmico, já necessitávamos de profundas reformas no nosso tecido econômico e social, ou seja, já nos encontrávamos em plena crise”.

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