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Cinco cidades do ES ainda não fizeram acordo com mineradoras

Até o momento, 12 dos 49 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo incluídos na repactuação aderiram ao acordo de indenização com mineradoras

Por Kikina Sessa

Aracruz, Baixo Guandu, Colatina, Marilândia e Sooretama não assinaram o acordo com a Fundação Renova para garantir a indenização no caso do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro de 2015. Conforme prevê a repactuação firmada em novembro entre mineradoras (Vale, BHP e Samarco) e governos estadual e federal, os atingidos que se somarem ao acordo precisam renunciar às ações no país e no exterior que cobram a responsabilidade das empresas.

Dos 11 municípios do Espírito Santo que têm direito à indenização, seis assinaram o acordo: Anchieta, Fundão, Serra, Linhares, Conceição da Barra e São Mateus. Já eEm Minas Gerais, os municípios de Ponte Nova, lapu, Santana do Paraíso, Marliéria, Córrego Novo e Sobrália formalizaram entrada no acordo.

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O prazo para os municípios aderirem ao acordo no Brasil se encerra no dia 6 de março. O Coridoce, fórum que representa a maior parte dos municípios atingidos pelo desastre de Mariana, tem recomendado aos prefeitos que aguardem até a véspera do prazo final para definir se aderem ao acordo no Brasil ou se seguem no julgamento contra a BHP na corte de Londres.

O julgamento foi retomado nesta segunda-feira (13) após um período de recesso. A nova fase iniciará com audiências junto a especialistas em direito ambiental brasileiro.

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O escritório britânico Pogust Goodhead, que diz representar 620 mil litigantes e dezenas de entidades e municípios, pede uma indenização que poderia chegar a R$ 260 bilhões — enquanto o acordo no Brasil foi de R$ 170 bilhões.

Na ação, estão representadas 620 mil vítimas da tragédia em Mariana, além de municípios e empresas. O escritório Pogust Goodhead, que cuida do caso, pede indenização à mineradora, uma das acionistas da Samarco, responsável pela barragem que se rompeu matando 19 pessoas e poluindo o Rio Doce. Com informações do Coridoce

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