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Servidores da Segurança Pública vão às ruas nesta sexta (30)

Os servidores da Segurança Pública reivindicam o acordo feito com o governo do Estado durante a greve em fevereiro de 2017

Os servidores da Segurança Pública foram às ruas nesta sexta-feira (30) para manifestar melhores condições de trabalho. Fazem parte do protesto representantes da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros.

Os manifestantes se reuniram na altura do edifício Fabio Ruschi, na Avenida Governados Bley, no centro, passaram pela Avenida Vitória em direção ao Palácio da Fonte Grande, sede do governo, onde pretendiam dialogar com o governador e chegar a um acordo.

Eles reivindicam melhores condições de trabalho, reajuste salarial, regulamentação da carga horária, lei de promoção, dentre outras pautas acordadas durante a greve geral, ocorrida em fevereiro de 2017. Caso não seja cumprido o acordo, os profissionais consideram parar as atividades novamente.

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O deputado estadual Capitão Assumção apoia o movimento e afirma a principal frente do movimento é o reajuste salarial. “Desde 2017, o reajuste foi apenas de 5%. Segundo o Sindipúblicos o percentual seria de 27,5%. Ainda não vimos essa melhoria”, disse.

Segundo Assumção, os servidores decidiram que o Estado tem até o dia 10 de setembro para responder às reivindicações da categoria, sendo que no dia 11 do mesmo mês ocorrerá nova Assembleia Geral.

Sendo assim, em caso do governo continuar a descumprir o direito constitucional os servidores na próxima assembleia eles vão parar.

Greve

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Em 2017, os policiais ficaram confinados no Quartel General, levando a uma paralisação geral que acarretou 204 mortes, furtos e roubos, além de outros crimes. Após 21 dias de ocupação, o fim do bloqueio foi acertado no dia 24 de fevereiro.

A reunião entre manifestantes e representantes do governo capixaba, realizada com a mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), terminou em acordo para o retorno de todo efetivo da corporação ao trabalho.

Além disso, 23 policias foram expulsos da corporação, 500 se afastaram por problemas de saúde e 27 tentaram suicídio. O governador Renato Casagrande, ao assumir o cargo, prometeu anistia aos profissionais que participaram do movimento.

*Atualizado em 12h09

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