Segundo dia de greve dos rodoviários e pontos continuam cheios

Foto: Arquivo/Divulgação/Governo/Thiago Guimarães

A greve começou nessa segunda-feira (12). De acordo com o Sindirodoviários, 75% da frota está circulando, conforme determinação da Justiça

No segundo dia de greve dos rodoviários, os pontos de ônibus e terminais do Sistema Transcol ficaram lotados e o tempo de espera pelos coletivos aumentou consideravelmente.

Entretanto, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Espírito Santo (Sindirodoviários-ES), 75% da frota de coletivos está nas ruas, conforme determinação da Justiça.

No terminal de Vila Velha, os ônibus estão circulando, mas os passageiros aguardam algumas linhas que demoram para chegar e sair. No terminal de Campo Grande, a espera também é longa.

Pontos cheios na manhã desta terça-feira (13). – Foto: Reprodução / ES Hoje

Já no Terminal de São Torquato, alguns passageiros relatam que não há coletivos. Com isso, os pontos continuam enchendo, deixando os carros que passam sempre muito cheios.

Prejuízos

Com a greve dos rodoviários, que começou ontem, cerca de 500 mil pessoas ficaram prejudicadas, foi o que informou a Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros do Espírito Santo (Ceturb-ES).

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo (Fecomércio-ES), a paralisação causa prejuízos e afeta o faturamento do comércio. “Hoje, contabilizamos, no mínimo, R$ 10 milhões de prejuízo. Vamos deixar de faturar”, disse o presidente da entidade, José Lino Sepulcri.

Reunião

Na noite dessa segunda-feira (12), o Sindirodoviários e o governo do Estado se reuniram na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES) para debater uma solução para a greve. Uma nova reunião foi marcada para hoje, às 17 horas.

A proposta do TRT é que o sistema de bilhetagem eletrônica seja implantada e que os cobradores auxiliem os passageiros a como utilizá-los no período de 90 dias, que é o prazo de adaptação. Além disso, o tribunal determina às empresas que os profissionais tenham seus empregos garantidos nos próximos 4 anos.

O governo ficou de estudar a proposta internamente, bem como o sindicato que agendou uma reunião com a categoria, às 16 horas, na Praça Oito, no Centro de Vitória.

 

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