Suzano continua participando das decisões sobre gestão hídrica, investimentos e preservação ambiental na Bacia do Rio Doce
Por Letícia Arcanjo
A nova composição do Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Doce (CBH Doce) foi definida no último dia 16 de abril, durante a posse dos membros para o próximo ciclo de gestão no biênio 2026-2030.
A Suzano, produtora de celulose com unidades no Espírito Santo, seguirá integrando a diretoria do comitê, responsável por discutir ações, investimentos e estratégias ligadas à gestão dos recursos hídricos da região.
O CBH Doce reúne representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para definir prioridades relacionadas ao uso da água na bacia do Rio Doce, que abrange municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Além da definição de ações e aplicação de recursos, o comitê também atua em iniciativas de educação ambiental, monitoramento de dados hidrometeorológicos e acompanhamento de eventos críticos, como períodos de cheia.
Também já foi eleita a Diretoria Executiva do Comitê. Com Hernani Santana, coordenador do curso de Engenharia Civil e Ambiental da Univale e presidente do CBH-Suaçuí, com presidente, e Jorge Borges, ex-presidente do CBH Piracicaba, como primeiro vice-presidente, Renata Beatriz Almeida Reis Thomaz, é a segunda vice-presidente, Andressa Christiane Pereira, será a secretária executiva, Flamínio Guerra, o primeiro secretário-adjunto e Mariele Fioreze, a segunda secretária-ajdunta.
Segundo a consultora de meio ambiente industrial da unidade de Aracruz e representante da Suzano no comitê, Mariele Fioreze, a Suzano é atualmente a maior contribuinte em volume de pagamento pela captação de água do rio dentro do CBH Doce.
“É muito importante participar das decisões sobre a gestão desses recursos. Parte do valor pago retorna para a própria bacia em forma de investimentos e, estando na diretoria, conseguimos acompanhar como esses recursos são aplicados e quais ações concretas são desenvolvidas para a região”, afirmou.

Outra função considerada estratégica, segundo Mariele Fioreze, é a garantia da aplicação dos instrumentos de gestão previstos na Lei das Águas, com foco na preservação ambiental e no desenvolvimento sustentável dos territórios atendidos.

