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Setor de rochas quer alcançar US$ 3 bilhões em exportações

Setor projeta dobrar resultados com expansão produtiva, inovação e maior inserção das rochas brasileiras no mercado internacional

Por Amanda Amaral

O setor projeta saltar de US$ 1,48 bilhão (2025) para US$ 3 bilhões em exportações até 2030, tendo atualmente o Espírito Santo como o maior produtor de pedras naturais do Brasil. Para isso, as lideranças a remoção de gargalos burocráticos e logísticos que impedem o Brasil de aproveitar seu potencial como detentor da maior diversidade geológica do mundo, com mais de 1.200 especificações.

Em cerimônia inédita proposta pela bancada federal do Espírito Santo, no Congresso Nacional, em Brasília, representantes do maior estado exportador de rochas naturais do País, se reuniram com autoridades, lideranças empresariais e representantes de entidades setoriais.

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Na tribuna, o presidente da Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas), Tales Machado, destacou que os resultados expressivos obtidos são fruto de uma cadeia produtiva organizada, altamente internacionalizada e presente em todas as regiões do país.

Visando alcançar a meta de exportação de US$ 3 bilhões, o setor de rochas busca a diversificação de mercados. Um dos destaques é o avanço para a criação do Brazilian Natural Stone Hub no Oriente Médio, a partir da assinatura de um Memorando de Entendimento entre a Centrorochas e o Porto de Abu Dhabi.

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Confira as principais pautas do setor de rochas apresentadas em Brasília:

  • Regulamentação e Licenciamento: Maior agilidade e previsibilidade nos processos de licenciamento mineral e ambiental. Reduzir o tempo de espera para patamares compatíveis com o mercado global.
  • Infraestrutura Logística: Investimentos e apoio institucional a projetos portuários e rodoviários, com destaque para o Porto da Imetame. Reduzir custos operacionais, aumentar a eficiência no escoamento e ampliar a competitividade internacional.
  • Transporte Rodoviário: Modernização da regulamentação do transporte de rochas, revendo restrições de peso bruto total. Eliminar desigualdades regulatórias em relação a outros setores industriais.
  • Desenvolvimento Regional: Inclusão do Sul do Espírito Santo na área de abrangência da Sudene. Garantir equidade competitiva e acelerar investimentos no berço histórico do setor.
  • Ambiente de Negócios: Fortalecimento da segurança jurídica e atualização do ambiente regulatório pela ANM. Criar um cenário de negócios mais estável e atrativo para novos investimentos.

Fonte: Associação Brasileira de Rochas Naturais.

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