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quarta-feira, 27 outubro, 2021

Pluralidade sexual é tema de ficção científica para jovens

“Colmeia” transporta leitores para o ano 2130 e mistura distopia, intolerância e romance LGBTQIA+

A pluralidade sexual ganhou as páginas dos contos, romances, distopias e até mesmo das ficções científicas. As narrativas LGBTQIA+ são mais que um espelho da vida real, oferecem aos jovens a oportunidade de se tornarem visíveis, tanto para quem escreve como para os que leem. Um exemplo desta busca por representatividade é Colmeia, o primeiro conto da série futurista Cyberflix.

A aspirante a cientista Abbie é impedida de viver um grande amor por ser bissexual. Para conseguir se encontrar com Mel, dedica todo o seu conhecimento no projeto Colmeia, uma tecnologia que promove o encontro de casais afastados por meio da realidade virtual ao melhor estilo black mirror.

“Em momentos assim, lembro das aulas de história e como algumas coisas não mudam, só se camuflam. Afinal, quem poderia pensar que o país sede da maior corporação do mundo poderia ser tão imundo?” (Colmeia, p. 14)

Capas-Cyberflix
Foto: Divulgação

Em uma sociedade destruída socialmente, Abbie precisa lidar com a intolerância e a relação conturbada com os pais que não aceitam a sua bissexualidade. Uma representação da problemática familiar tão comum aos que buscam a aceitação da sexualidade em casa.

Um tabu atual, mas que no eBook é narrado em 2130. Um futuro ainda sombrio e sem avanços quando o assunto é empatia e amor ao próximo. A saga de Abbie e Mel, que terá continuação com o conto A outra, é escrita por uma jovem de 19 anos chamada Hunter.

 

Com informações da assessoria Cyberflix

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