- Continua após a publicidade -

PGR é contra a soltura de acusado de tentar explodir bomba em Brasília

Procurador-geral Paulo Gonet reforça argumentos para manter prisão de envolvido em atentado no aeroporto de Brasília

A Procuradoria-Geral da República (PGR), sob a gestão do procurador-geral Paulo Gonet, se manifestou contra a soltura de Wellington Macedo de Souza, um dos acusados de tentar explodir uma bomba nas proximidades do aeroporto de Brasília, em 2022. A manifestação foi enviada na segunda-feira, 6, ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Gonet argumentou que o contexto da prisão de Wellington Macedo “permanece inalterado” e que não há “fato novo apto a modificar ou revogar o entendimento estabelecido” anteriormente por Moraes.

“A imposição da custódia cautelar foi adequadamente fundamentada, justificada e sopesada ante as particularidades do caso”, acrescentou o procurador-geral.

- Continua após a publicidade -

Conteúdo em Alta

“Cada processo possui um rosto”, diz novo desembargador
STF decide e encerra disputa sobre prefeitura em...
Hospital DF Star informa evolução de Bolsonaro após...
Para Zanin, ataque de Bolsonaro a Moraes foi...
OAB-ES contesta lei que eleva impostos advocatícios
PGR descarta ilicitude e arquiva pedido para investigar...
PGR recorre contra fim de aposentadoria compulsória
STF formaliza ação penal contra Eduardo Bolsonaro
Vitória recebe 1º encontro nacional de reciclagem
Rosane Santos: ESG ajuda as organizações a terem...

Na manifestação, Gonet ressaltou que Wellington é acusado de participar de uma trama golpista, contribuindo para a tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e de atentar contra a segurança do transporte aéreo.

“A ação do denunciado expôs múltiplas vidas a risco, em especial a do caminhoneiro que dormia no veículo enquanto exercia legalmente sua atividade, e buscou provocar terror social e repercussão midiática para fins antidemocráticos”, destacou.

Segundo Gonet, há provas do papel de Wellington na estrutura da “organização criminosa armada”. E, além disso, acrescentou que “a gravidade em concreto da conduta do denunciado, o descumprimento das medidas cautelares anteriormente impostas e sua fuga após a prática dos crimes são circunstâncias que evidenciam a pertinência da manutenção da custódia cautelar”.

Wellington Macedo foi condenado a seis anos de prisão por expor a vida, a integridade física ou o patrimônio de terceiros a perigo, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).

- Continua após a publicidade -

(Com informações da Agência Estadão, Por Bruna Rocha)

Leia Mais

Justiça no ES: ação foca em demandas do...
Mulher de Moraes representa banco Master em inquérito...
Cirurgia de Bolsonaro termina, e ex-presidente permanece em...
STJ proíbe Forças Armadas de afastar militares por...
Moraes vota para tornar Eduardo Bolsonaro réu por...
Dallagnol protocola notícia-crime contra Moraes no STF
Moraes nega incluir ministro Fux em julgamento do...
TJES e ArcelorMittal firmam parceria social
Crises, STF e eleições redesenharam cenário político de...
Moraes concede prisão domiciliar a Fátima e mais...

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -