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Ordem de serviço para construção da Cidade do Samba é assinada

Projeto prevê investimento de mais de R$ 51 milhões e estrutura para produção de alegorias e realização de eventos

A ordem de serviço para execução do projeto de construção da Cidade do Samba de Vitória foi assinada, em solenidade na sede da prefeitura. A reunião contou com a presença de sambistas, representantes das escolas de samba e integrantes da gestão municipal, na última quarta-feira (18).

O investimento previsto na obra é de mais de R$ 51 milhões, com prazo de 180 dias para elaboração dos projetos e 450 dias para execução das obras.

“A Cidade do Samba será o maior investimento da história do Espírito Santo, um espaço completo, integrado ao meio ambiente, que vai fortalecer a cultura, gerar oportunidades e garantir autonomia às escolas. Estamos dando hoje um passo decisivo para o futuro do nosso carnaval”, disse o prefeito Lorenzo Pazolini.

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Com área de 16 mil metros quadrados, o complexo será construído na Avenida Dário Lourenço de Souza, no bairro Mário Cypreste, entre o Tancredão e o Sambão do Povo, próximo ao ponto de concentração das escolas durante os desfiles.

O projeto prevê dois galpões que irão abrigar sete barracões destinados à confecção de adereços, alegorias e à montagem dos carros alegóricos. O complexo contará ainda com praça de eventos, espaço administrativo, pet park, parque infantil, estacionamento e uma orla urbanizada.

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O espaço também será integrado ao projeto Vitória de Frente para o Mar, o que permitirá o acesso por embarcações, ampliando as possibilidades de visitação. O local será estruturado ainda para receber eventos de menor porte, contribuindo para a geração de novas fontes de renda.

Para o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial (Liesge), Edson Neto, o novo polo vai impactar diretamente no trabalho de quem faz o espetáculo. “A Cidade do Samba representa dignidade para os trabalhadores, melhores condições para as escolas e mais igualdade na disputa. É um investimento que poucos teriam coragem de fazer, mas que vai transformar a nossa realidade, preservando materiais, qualificando a produção e fortalecendo toda a cadeia do carnaval”, ressaltou.

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