Golpes envolvendo Pix, cartões e maquininhas adulteradas estão entre os mais comuns no período. Veja como se proteger e evitar prejuízos durante a folia
Por Letícia Arcanjo
O aumento da circulação de pessoas no Carnaval amplia o risco de golpes contra consumidores, especialmente em meios de pagamento. Fraudes via Pix, uso de maquininhas adulteradas e clonagem de WhatsApp estão entre as ocorrências mais frequentes nesse período, quando aglomerações, pressa e distração favorecem a ação de criminosos em blocos de rua, bares, eventos e no comércio ambulante.
Para um carnaval tranquilo e sem problemas, a ES Brasil separou 10 orientações, com base nas dicas do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado do Espírito Santo (Procon-ES).
Caso o consumidor seja vítima de alguma fraude, a orientação é registrar um Boletim de Ocorrência (B.O), comunicar imediatamente o banco ou instituição financeira, para bloquear cartões e tentar reverter a transação, e com a documentação em mãos procurar o Procon do seu município ou o Procon-ES, após o feriado, para solicitar orientação e registrar reclamação em caso de cobrança indevida.
Veja as 10 dicas para um Carnaval mais seguro:
- Confira sempre o valor na maquininha: antes de digitar a senha, verifique se o valor exibido corresponde ao combinado.
- Nunca entregue seu cartão a terceiros: mantenha o cartão sempre sob sua supervisão durante a transação.
- Evite pagar com pressa ou sob pressão: ambientes cheios favorecem distrações, pague com calma e atenção.
- Desconfie de maquininhas danificadas: visor quebrado, apagado ou com dificuldade de leitura pode indicar adulteração.
- Use cartão virtual sempre que possível: essa opção reduz os riscos de clonagem do cartão físico.
- Confira os dados antes de pagar via Pix: verifique nome, CPF/CNPJ e banco do destinatário antes de confirmar a transferência.
- Fique atento a QR Codes suspeitos: golpistas podem colar códigos falsos sobre os originais, portanto confirme se o QR Code é oficial.
- Desconfie de ofertas muito abaixo do preço de mercado: abadás, camarotes e ingressos com valores irreais podem indicar golpe.
- Proteja seus aplicativos e redes sociais: ative a verificação em duas etapas, especialmente no WhatsApp, para evitar clonagens.
- Prefira comprar produtos e serviços de vendedores identificados: dê prioridade a estabelecimentos, sites oficiais e ambulantes credenciados para reduzir riscos de fraude.

