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Setembro: mês nacional da doação de órgãos

Ato de amor”: campanha destaca a importância da doação de órgãos

Por Paula Bourguignon

No próximo dia 27 de setembro é Dia Nacional da Doações de Órgãos. A Unimed Vitória vai incentivar pessoas a se manifestarem como doadoras.

“Doar é uma declaração de amor”. Com esse tema, a Unimed Vitória, por meio do Instituto Unimed Vitória (IUV), iniciou sua tradicional campanha de doação de órgãos.

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A doação pode ser de órgãos, seja rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão ou de tecido, como córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea, sangue de cordão umbilical e a doação de órgãos como rim, parte do fígado ou da medula óssea pode ser feita em vida.

A doação de órgãos é uma forma de salvar vidas. Atualmente, rins e fígado são os órgãos mais transplantados no Brasil. Já a medula óssea e as córneas são os tecidos que se destacam nas doações, tendo mais disponibilidade para os receptores.

“Essa é uma campanha que existe há sete anos e é um sucesso. Nela, mostramos a importância de as pessoas manifestarem que são doadoras de órgãos. Ano passado falamos sobre a coragem de se declarar doador, e, dessa vez, nosso tema é o amor, revelando quanta poesia há nesse gesto especial que é a doação de órgãos”, destaca o diretor-presidente da Unimed Vitória e presidente do conselho de administração do IUV, Fernando Ronchi.

Doação de órgãos

A doação de órgãos é um gesto que pode fazer a diferença para várias pessoas. No Espírito Santo, segundo a Central Estadual de Transplantes, há cerca de 2 mil pessoas na fila da espera de órgãos. Ao mesmo tempo, 48% das famílias se recusam a fazer a doação em caso de morte de parentes.

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Quais os requisitos para um falecido ser considerado doador?

• Ter identificação e registro hospitalar;
• Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
• Não apresentar hipotermia, hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do sistema nervoso central;
• Passar por dois exames clínicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Os exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
• Ser submetido a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sangüíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral;
• Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas.
• Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da unidade de terapia intensiva ou da equipe de captação de órgãos, deve informar, de forma clara e objetiva, que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplantes

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