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sexta-feira, 21 junho, 2024

Sempre é um bom momento para comer pão francês

O queridinho do café da manhã do brasileiro pode parecer simples, mas envolve muitos fatores para garantir sua qualidade

Pão francês, filão, cacetinho, pão de sal, pão d’água: não importa o nome, o brasileiro adora a iguaria, que representa 34,39% dos produtos panificados no país, seguido, de longe, pelos pães macios e artesanais, com 18,14%, segundo o Instituto de Tecnologia de Panificação e Confeitaria (ITPC).

Segundo a Associação Brasileira de Panificação e Confeitaria (ABIP), existe um esforço coletivo para tornar a experiência do pão francês ainda melhor com a popularização da regra ABNT NBR 16170 de padronização do pão, garantindo um alimento sempre gostoso ao consumidor.

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“O pão francês ideal tem um tom dourado, uma textura crocante por fora, e um miolo com toque aveludado, bem macio e sem buracos. Nosso legítimo pãozinho tem apenas uma pestana, que é aquele corte na parte superior, bem fina, e uma certa elasticidade, ou seja, quando damos a famosa ‘apertadinha’ conseguimos comer, numa mesma mordida, tanto o miolo macio quanto a casca crocante”, explica José Batista de Oliveira, presidente da ABIP.

O processo de produção do Pão Francês pode parecer simples em primeiro momento, mas envolve diversos fatores que podem fazer com que o pão perca qualidade. “Para uma boa fornada é necessária a proporção correta de fermento, farinha, sal e açúcar, além de água gelada com, no máximo, 8º C”, salienta Éder Mendonça, gerente do setor de padaria da rede de supermercados Cobrava. O desenvolvimento da massa passa por inúmeras etapas e a proporção dos ingredientes pode mudar dependendo do clima.

Controle de qualidade

Depois da extensa preparação, a massa do pão francês vai ao forno, que associa ondas de calor e vapor d’água. “É um processo de assamento rápido, pois a massa é simples e sensível, já que os gases da fermentação preenchem o miolo, tornando-a mais leve. Um pão de 80 gramas com 10 centímetros, após o crescimento, fica cerca de três vezes maior”, relata Mendonça. Por isso a relevância de qualidade e quantidade dos ingredientes na preparação. Responsável por servir de alimento para o fermento e para deixar o pão mais dourado, o açúcar também é utilizado em proporção mínima.

“A imagem da fornada quentinha e dourada chegando à prateleira é cotidiana e cultural. A família reunida em volta da mesa enquanto a criança tenta alcançar o pão francês, também. Quem não tem uma memória de dar boas risadas com amigos enquanto come um belo sanduíche? Em qualquer hora do dia, em qualquer ocasião, o pãozinho faz parte do cotidiano do brasileiro”, lembra Batista.

Com informações de ABIP e supermercados Covabra

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