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sexta-feira, 3 abril, 2020

36% dos brasileiros usaram nomes de terceiros para comprar

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Segundo pesquisa do CNDL/SPC Brasil, que pais e os cônjuges são os que mais emprestaram nomes para comprar

Emprestar o nome para terceiros fazerem uma compra pode não ser uma boa atitude. No caso de atraso no pagamento, causa transtorno a quem empresta, atrapalhando inclusive a relação de amizade entre as duas partes.

Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que 36% dos consumidores brasileiros fizeram compras utilizando o nome de terceiros nos 12 meses anteriores a pesquisa.

A pesquisa que foi feita em todo o país revelou, ainda, que o hábito de pedir o nome emprestado é ainda maior entre as pessoas de mais baixa renda (38%) e entre os jovens (46%). A prática é usada por quem não tem acesso ao crédito por imprevistos ou uma reserva de emergência.

E em cada dez pessoas que pediram o nome emprestado para realizar compras parceladas, três (30%) se encontravam com o limite estourado no cheque especial ou cartão de crédito. Outros 22% não tinham determinadas modalidades de crédito à disposição para uso, 18% estavam com o ‘nome sujo’ e 16% tiveram crédito negado.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, avalia que é necessário pensar bem na hora de emprestar o nome a terceiros. “O consumidor que empresta seu nome precisa refletir sobre as consequências do ato, pois a responsabilidade legal sobre a dívida é sempre de quem emprestou, já que, formalmente, ele é o titular da pendência financeira”, disse.

Terceiros

Segundo a pesquisa, as pessoas mais procuradas para emprestar seus nomes são aquelas do círculo de convivência, como os pais (28%), os cônjuges (21%), amigos (17%) e irmãos (16%). E quem solicita a ajuda recebe uma resposta positiva, uma vez que 77% dos entrevistados sempre conseguiram o nome emprestado, mesmo que parte tenha enfrentado algum tipo de dificuldade (22%).

A pesquisa revela que os argumentos de convencimento mais utilizados por quem pede o nome emprestado são a obrigação de pagar uma dívida (22%) e a necessidade de fazer compras em supermercados (17%). Há ainda 14% de pessoas que alegaram ter de comprar algo para o filho.

Além disso, 7% das pessoas que pediram o nome emprestado nem mesmo avisaram o dono do dinheiro sobre a quantia que seria usada e, entre aqueles que avisaram, o valor a ser gasto (87%), 11% acabaram consumindo algo acima do que estava combinado.

 

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