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sábado, 18 maio, 2024

José Amarildo Casagrande: “a presença física do banco ainda é fundamental”

Para o diretor-presidente do Banestes, José Amarildo Casagrande, “o cliente ainda precisa do banco presencial”; confira a entrevista completa

Por Kikina Sessa

Presente nos 78 municípios do Estado, o Banestes, o Banco do Estado do Espírito Santo, mostra que o assunto privatização ficou no passado. Prestes a apresentar o balanço do primeiro trimestre, o banco, que foi fundado há 86 anos com foco no crédito rural, hoje se destaca nas modalidades de crédito consignado e imobiliário. 

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José Amarildo Casagrande, diretor-presidente da instituição financeira desde 2019, é o convidado do quadro “ES Brasil Entrevista”. Ele afirma que “o Banestes é um dos cinco bancos estaduais existentes no país e que tem uma posição consolidada no mercado”. 

Quanto à entrada dos bancos digitais no mercado, Amarildo diz que foi benéfica para o Banestes e para os clientes. “Precisamos passar por essa transformação. Criar novos produtos, novas formas de atendimento aos clientes. Mas o que a gente tem percebido é que o cliente ainda precisa do presencial. Ele gosta de ter um bom aplicativo, pagar contas pelo smartphone, mas na hora do problema ele quer saber com quem ele fala. Quem é o gerente dele. A gente percebe isso no mercado. A presença física do banco ainda é fundamental”.

Como diferencial, ele reforça que o Banestes é referência dentro do Espírito Santo por conhecer bem o Estado e o capixaba, por ter condições de customizar operações de crédito e atuar de forma personalizada. 

“Na pandemia fomos o banco que mais emprestou dinheiro dentro do Espírito Santo, porque nós conhecemos o capixaba e sabemos onde está a necessidade das empresas.”

Um dos exemplos da presença da instituição financeira no Estado foi na recente tragédia que atingiu municípios na região Sul, principalmente Mimoso, com fortes chuvas. “Apesar de termos a agência completamente destruída, fomos o primeiro banco a voltar a operar na cidade, com uma unidade móvel para apoiar clientes e a população”, disse José Amarildo Casagrande, citando que foram criadas linhas de crédito específicas para as vítimas das enchentes, algumas com juros zero.

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