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Investir em imóveis nos EUA pode ser uma boa opção

Conheça mais essa fonte de investimento e por que pode ser uma boa oportunidade de negócio

Comprar um imóvel nos Estados Unidos, além de uma alternativa de investimento, pode ser uma oportunidade para “dolarizar” seu patrimônio e fazer uma reserva financeira com uma das moedas mais fortes do mundo.

Para entender melhor como são feitas as locações de casas nos EUA, o consultor imobiliário com base no estado da Flórida, Pablo Farias, descreve quais são os itens que facilitam e dificultam o desenvolvimento deste tipo de negócio.

“Embora muitas pessoas busquem informações para residir nos EUA, uma opção muito interessante é investir no mercado imobiliário para alugar suas propriedades, normalmente obtendo um retorno superior ao que se consegue no Brasil”, o consultor explica.

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Mesmo observando a oscilação constante do dólar e o fato de que no Brasil o inquilino é o responsável pelo pagamento de taxas condominiais e IPTU, enquanto na Flórida são os proprietários que arcam com esses custos/ despesas e por mais que eles não sejam tão baixos, o retorno permanece proporcionalmente superior para o investidor.

Pablo demonstra essa situação na comparação de casas semelhantes nos dois lugares. Uma casa simples, com 150 m² na cidade de Winter Garden, na Flórida, onde a valorização mínima anual tem sido de 3%, custa algo em torno de US$ 287 mil. Em São Paulo, no bairro da Saúde, uma casa com mesma metragem custa R$ 780 mil.

Nos EUA, as despesas desta casa em condomínio fechado, giram em torno de US$ 566,75 mensalmente, enquanto no Brasil ficam aproximadamente por R$ 571,55. O consultor explica que “ainda que seja um valor mais alto nos EUA, a taxa de retorno anual para esse investimento no Brasil seria algo em torno de 3,33%, enquanto na Flórida ficaria por volta de algo em torno de 5,04%. Isso acontece porque o lucro líquido dos aluguéis acaba sendo mais rentável quando se escolhe bem a propriedade para investir”.

Outra vantagem de ser um locatário nos EUA é que geralmente os problemas são sanados de maneira mais simples. Caso haja algum contratempo com o inquilino e seja necessário realizar alguma ação legal para despejo, o desenrolar destes trâmites costumam ser mais ágeis do que no Brasil.

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