Datas envolvem regularização do título, convenções partidárias, registro de candidaturas, campanha, votação e diplomação dos eleitos
Por Denise Miranda
Os brasileiros voltam às urnas em 2026 para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais. O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 4 de outubro. Caso nenhuma candidatura alcance maioria absoluta nos cargos do Executivo, o segundo turno será realizado no dia 25 do mesmo mês.
Antes da votação, no entanto, o calendário eleitoral prevê uma série de prazos obrigatórios que envolvem eleitores, partidos políticos e candidatos. O cumprimento dessas etapas é essencial para a organização do pleito e para garantir o direito ao voto.
O primeiro prazo relevante ocorre em 6 de maio, data limite para que eleitoras e eleitores regularizem a situação junto à Justiça Eleitoral. Esse é o último dia para transferir o domicílio eleitoral, atualizar dados cadastrais ou emitir o primeiro título de eleitor. Após essa data, o cadastro eleitoral será fechado para preparação das eleições.
A partir de 20 de julho, os partidos políticos podem iniciar as convenções partidárias, que se estendem até 5 de agosto. É nesse período que as legendas escolhem oficialmente seus candidatos e definem eventuais coligações para a disputa eleitoral.
Encerradas as convenções, os partidos e federações têm até 15 de agosto para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte, com a liberação de atos de campanha, propaganda e pedidos de voto.
O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão tem início em 28 de agosto e segue até 1º de outubro, dois dias antes da votação. A propaganda busca apresentar propostas e permitir que o eleitor conheça melhor os candidatos e partidos.
Após a votação e eventual segundo turno, a Justiça Eleitoral ainda cumpre as etapas finais do processo. Os eleitos devem ser diplomados até 19 de dezembro, quando se encerra oficialmente o calendário eleitoral de 2026.

