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quinta-feira, 27 janeiro, 2022

Dengue, Chikungunya e Zika: ES pode enfrentar três epidemias neste ano

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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) divulgou boletim epidemiológico referente a 2021 n a última quinta-feira, 6 de janeiro - Foto: Reprodução

No ano passado, o Espírito Santo registrou 15.230 casos suspeitos de dengue, 3.163 Chikungunya e 930 casos de infecção pelo zika vírus

Por Wesley Ribeiro 

Em 2021, o número de casos de Dengue, Chikungunya e Zika reduziu em 67,14%, 79,88% e 45,07% respectivamente, mas até abril deste ano, o Espírito Santo pode enfrentar as três epidemias de uma só vez. O alerta é do secretário de Estado de Saúde, Nésio Fernandes.

Isso pode acontecer porque as epidemias, segundo ele, acontecem em ciclos de três a cinco anos. Sendo assim, no primeiro quadrimestre deste ano há o risco de uma epidemia das três doenças no estado.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) divulgou o boletim epidemiológico com os balanços finais de 2021, na última quinta-feira, 6 de janeiro.

No ano passado, o Espírito Santo registrou 15.230 casos suspeitos de dengue, 3.163 Chikungunya e 930 casos de infecção pelo zika vírus. Tendo uma diminuição de 67,14%, 79,88% e 45,07%, respectivamente, em relação a 2020, quando foram totalizados 46.352 casos de dengue, 15.724 de Chikungunya e 1.693 casos de zika.

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A melhor forma de combater o mosquito Aedes aegypti ainda é eliminar água parada – Foto: Divulgação/MS

“Todas as medidas já conhecidas como a remoção de água parada e de vigilância das arboviroses precisam ser adotadas por todos. Além disso, é preciso observar os quadros de febre, manchas pelo corpo, dor de cabeça e atrás dos olhos necessitam estar no leque de opções diagnósticas de todos os profissionais de saúde e da suspeita da própria população”, explicou o secretário.

Segundo o chefe do Núcleo Especial de Vigilância Ambiental, Roberto Laperriere, as arboviroses são periódicas. “Elas recirculam e a população estando suscetível pode levar a novas epidemias. Isso apenas intensificará as ações já realizadas pelos municípios”, contou.

E devido ao risco, torna-se essencial que a população reforce as medidas preventivas contra o Aedes aegypti e fique atenta aos sintomas.

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