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terça-feira, 24 maio, 2022

Consulta pública do antigo Pavilhão de Carapina começa hoje

O projeto de concessão prevê participação em consórcio, permitindo que empresários se associem para gerir o local. Foto: Secom/Governo do Estado

O contrato terá vigência de 30 anos e será de aproximadamente R$ 140 milhões, com investimento inicial de R$ 21 milhões

Começa nessa quinta-feira (20) o período de consulta pública para o projeto da Arena Multiuso (Pavilhão de Carapina), na Serra. O objetivo é que a população conheça o projeto, seu edital e os estudos e faça sugestões até o dia 25 de fevereiro.

O investimento previsto é de R$ 21.893.192,90 e o valor do contrato que terá vigência de 30 anos será de R$ 139.041.726,00. A futura responsável pelo espaço fará a modernização, exploração, gestão, planejamento, operação e promoção da Arena Multiuso para que possam ser realizados feiras, congressos, shows, seminários, entre outros eventos.

“Este é um espaço já reconhecido como cenário dos principais eventos no Espírito Santo. O objetivo do Governo do Estado com este processo é a modernização, qualificação do local, fortalecendo o setor de eventos e gerando emprego e renda para toda cadeia produtiva do turismo”, disse a secretária de Estado do Turismo, Lenise Loureiro.

O secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento e presidente do Conselho Gestor do Programa de Parcerias e Concessões, Tyago Hoffmann, ressaltou que com transparência e diálogo, o Governo do Estado realizará a consulta pública com o intuito de ouvir os capixabas.

O espaço já foi cenário de grandes eventos no Estado, segundo Lenise. Foto: Secom/Governo do Estado

“De maneira democrática, o processo de concessão da Arena Multiuso contará com a participação de todos. A Consulta Pública é uma oportunidade para que a sociedade, empresas ou instituições possam conhecer a proposta, registrar sugestões ou mesmo sanar dúvidas sobre o projeto”, destacou Hoffmann.

O projeto de concessão prevê a exploração da área com projetos associados como, por exemplo, a construção de um hotel, espaços comerciais, ou outro, não conflitando com o objeto de concessão, assim como a possibilidade de participação em consórcio, permitindo que empresários se associem para gerir o local, além do uso de um sistema de mensuração que permitirá a avaliação de desempenho durante a gestão.

 

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