- Continua após a publicidade -

Chegada da UnionPay pode reduzir tarifas e ampliar oferta de serviços

Economista avalia que a chegada da UnionPay ao Brasil representa um movimento de diversificação do mercado de meios de pagamento, dominado por Visa e Mastercard

Por Kikina Sessa

A chinesa UnionPay, uma das maiores operadoras de cartões do mundo, anunciou sua entrada no Brasil com planos de competir diretamente com Visa e Mastercard. A bandeira, que concentra cerca de 40% das transações globais com cartões, deve efetivar parceria com a fintech brasileira Left (Liberdade Econômica em Fintech), que ficará encarregada de emitir os cartões e integrar a operação aos bancos, maquininhas e sistemas de crédito.

Na avaliação do economista-chefe do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-ES), Felipe Storch, a chegada da bandeira chinesa UnionPay ao Brasil representa um movimento de diversificação do mercado de meios de pagamento, que hoje é amplamente dominado por Visa e Mastercard. “Essa entrada tende a ampliar a concorrência, o que pode gerar benefícios como redução de tarifas e oferta de novos serviços aos consumidores e lojistas”.

- Continua após a publicidade -

A atuação da UnionPay no Brasil estará sujeita à supervisão do Banco Central (BC), afastando preocupações sobre controle estrangeiro. Como todas as bandeiras, a empresa precisará de autorização regulatória, cumprir normas de operação e submeter-se à fiscalização do BC. Economistas entrevistados reforçam que o acesso a dados transacionais seguirá os mesmos parâmetros aplicados às operadoras americanas.

Conteúdo em Alta

Produtos da Copa do Mundo: maioria prefere lojas...
BC remove limite de R$ 500 para pagamentos...
Veja os fatores que mais geram endividamento no...
Entre o mar vermelho e o oceano azul
Empresários cobram qualificação de mão de obra no...
Luiz Toniato deixa a Fecomércio-ES
Juros fecham quase estáveis em dia de Treasuries...
Endividamento no Espírito Santo atinge 89,5% em dezembro
Venda de remédios em mercados avança e deve...
Produtividade do Estado é tema de carta empresarial

As informações que circularam recentemente nas redes sociais de que a China poderá minar a soberania econômica brasileira ou controlar as transações dos brasileiros caso a UnionPay opere no País não procedem.

“Qualquer bandeira de cartões que atue no país precisa de autorização do Banco Central e está sujeita a regras rígidas de compliance, à Lei Geral de Proteção de Dados e à fiscalização das autoridades nacionais, exatamente como ocorre com Visa e Mastercard. A entrada da UnionPay ocorre por iniciativa privada, e não como resultado de um acordo governamental, o que reforça que não se trata de ‘entregar’ o sistema financeiro brasileiro a outro país”, comenta Felipe.

Leia Mais

Dia dos Namorados deve movimentar R$ 73,6 milhões...
Juros sobem após Copom e Selic
Procon-ES: confira o ranking das maiores queixas de...
Câmara aprova regras mais rígidas para devedor contumaz
Especialista indica 5 livros para crescer nos negócios
Empresa capixaba entra para o Guinness; saiba mais
Dólar dispara e fecha a R$ 5,17
A semana um e o banco de sempre
BC confirma lançamento da portabilidade de crédito no...
WhatsApp na demissão: veja riscos e cuidados

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -