Rochas naturais movimentam US$ 330 mil em contratos imediatos e projetam US$ 2,25 milhões para 2026, após rodada de negócios nos Emirados Árabes
Por Amanda Amaral
O setor de rochas brasileiro continua consolidando ações para acesso ao mercado do Oriente Médio – mercado estratégico para os empresários do ramo. Em novembro, foram movimentados US$ 330 mil em negócios imediatos, além de uma expectativa de US$ 2,25 milhões para 2026.
Com a intenção de criar um hub nos Emirados Árabes, ou seja, um centro logístico e promocional das rochas naturais brasileiras no Oriente Médio, o setor realizou a Rodada de Negócios Brazil Stone Collection | Middle East 2025, nos Emirados Árabes, em Dubai. Foram 98 reuniões comerciais em um único dia entre 15 empresas brasileiras de rochas naturais e seis compradores internacionais do Golfo.
Dentre todos os encontros realizados 89 foram novidade para as empresas, indicador que evidencia o potencial de abertura de mercado, conforme divulgou o Centrorochas. Participaram da ação as empresas brasileiras: Amagran, Atlas Mármores, Bramagran, Brasigran, Gramil, Magban, Magnitos, Marcel, MG2, MGA, Milanezi, Monte Negro, Pedra do Frade, Poliex e Yellow Stone. Muitas das empresas são do Espírito Santo, maior exportador de pedras naturais do Brasil.
O mercado do Oriente Médio, segundo o setor de rochas brasileiros, tem vocação para materiais como quartzitos, mármores e granitos, produtos de alto padrão e capacidade de atendimento a projetos de grande escala. A iniciativa foi realizada pelo projeto It’s Natural – Brazilian Natural Stone, com promoção da Centrorochas (Associação Brasileira de Rochas Naturais) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

