- Continua após a publicidade -

Procuradoria defende cassação de governador e vice do RJ

A chapa de Cláudio Castro, que concorreu ao executivo fluminense em 2022, enfrenta uma ação de cassação protocolada pela campanha de Marcelo Freixo

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) defendeu no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Claúdio Castro, do vice, Thiago Pamplona, e do deputado estadual Rodrigo da Silva Bacellar. O parecer foi enviado nesta quinta-feira (6) ao tribunal.

A manifestação da procuradoria fez parte de um recurso no qual o órgão pretende reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio deste ano, absolveu Castro e outros acusados no processo que trata de supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) durante a campanha eleitoral de 2022.

As acusações também são endossadas pela campanha de Marcelo Freixo, candidato ao governo estadual em 2022. A coligação entrou com o recurso no TRE para cassar a chapa de Castro.

- Continua após a publicidade -

No documento enviado ao TSE, o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, afirma que Castro obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários sem amparo legal e na descentralização de recursos para entidades desvinculadas da administração pública, além de outras irregularidades.

Conteúdo em Alta

Câmara aprova PEC do fim da 6×1 e...
MPE pede cassação de prefeito e vice eleitos...
Casagrande debate segurança no 14º COSUD RJ
Festival gastronômico em Colatina terá comida de boteco....
Justiça no ES: ação foca em demandas do...
A consolidação de um hub logístico nacional e...
Presidente do TRE-ES participa de encontro nacional do...
Mariah Carey traz show natalino pela primeira vez...
Escala 6×1: oposição reage à PEC; confira
MPE pede cassação de candidatura de prefeito de...

Para Espinosa, Castro e os demais acusados devem ter os mandatos cassados.

“A prova dos autos autoriza o reconhecimento da prática do abuso de poder político e econômico, com gravidade suficiente para conspurcar a legitimidade do pleito, de modo a se determinar a cassação do diploma dos investigados Cláudio Castro, Thiago Pampolha Gonçalves e Rodrigo da Silva Bacelar, declarando-se a inelegibilidade, pelo prazo de oito anos”, diz o parecer.

O caso é relatado no TSE pela ministra Isabel Galotti. Não há data definida para o julgamento.

- Continua após a publicidade -

Em nota, Cláudio Castro declarou que está “tranquilo e confiante na Justiça. Segundo ele, o TRE rejeitou a ação por “total inconsistência e falta de provas”. Com informações de Agência Estado

Leia Mais

BTG/Nexus: no 2º turno, Lula tem 47% e...
Conselho de Ética aprova cassação de Chiquinho Brazão
Rio começa remover 13 mil barricadas: ‘Se voltar,...
Quarta-feira (30) com nuvens e chuvisco no ES;...
Senado aprova ministra do TST e outras autoridades
Hub logístico e transformação do mercado automotivo
Diploma Geovani: veja honraria criada após morte do...
Atletas do ES somam oito medalhas no Pan...
Genial/Quaest: Lula fica à frente de Flávio no...
Câmara remarca análise de cassação de Glauber Braga

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -