Projeto reúne dados e histórias sobre impactos do saneamento na saúde e economia capixaba
Por Letícia Arcanjo
O Espírito Santo receberá o lançamento estadual da plataforma digital “Saneamento Salva”, iniciativa desenvolvida pelo Instituto Aegea. A chegada do projeto ocorre em um momento em que o estado se destaca nacionalmente pelos avanços na cobertura de esgotamento sanitário e pelos investimentos realizados no setor.
Por meio das parcerias público-privadas com a Cesan, as operações da Aegea na Serra, Vila Velha e Cariacica atendem quase 1,5 milhão de moradores, o equivalente a cerca de 40% da população capixaba. No Espírito Santo, a companhia atua por meio das concessionárias Ambiental Serra, Ambiental Vila Velha e Ambiental Cariacica.
O lançamento contará com a presença do presidente do Instituto Aegea, Edison Carlos, que estará no Estado nos dias 15 e 16 de junho para uma série de agendas institucionais e para participar do seminário “Saneamento e Saúde”, no Centro de Convenções de Vitória.
Lançada nacionalmente em 2025, a plataforma funciona como um ambiente digital gratuito de consulta e conscientização, reunindo dados, estudos, indicadores e histórias reais sobre os impactos do saneamento na saúde, educação, meio ambiente e desenvolvimento econômico.
A iniciativa tem como objetivo reunir em um único ambiente informações que ajudam a traduzir os impactos do saneamento na economia e na qualidade de vida, com conteúdos voltados para gestores públicos, jornalistas, educadores, agentes de saúde, lideranças comunitárias e à sociedade em geral. De acordo com Edison Carlos, o objetivo é tornar mais claros para a sociedade os impactos do saneamento na saúde, na economia e no bem-estar da população.
“A ideia é criar um movimento para que todos conheçam os impactos do saneamento na vida de todos. A ausência de saneamento básico afeta toda a comunidade — basta que uma única residência faça o descarte inadequado de esgoto para que haja proliferação de doenças como verminoses, dengue e leptospirose. Precisamos garantir o acesso universal e o uso adequado dessa infraestrutura essencial”, afirma.

