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Porto de Vila Velha amplia capacidade de movimentação com nova área

Nova estrutura amplia em 70% a capacidade do TVV e reforça a movimentação de cargas em um momento de alta demanda no terminal

Por Letícia Arcanjo

A nova área de 65 mil m² surge em um cenário de elevada demanda operacional do Terminal de Vila Velha (TVV), administrado  pelo Grupo Log-In, que vinha operando com mais de 90% de sua capacidade ocupada.

Segundo Marcus Voloch, presidente do grupo, a teoria aponta que um terminal portuário deve operar em torno de 65% de ocupação para garantir eficiência e evitar gargalos, considerando eu imprevistos como berços congestionados, realização de obras, o mau tempo, podem acontecer.

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“O que se faz aqui com 93%, 94% de ocupação é quase um milagre, mas isso acaba afetando os clientes, que reclamam do serviço. E essa área era o que faltava para conseguirmos trazer mais produtividade e nível de serviço para os nossos clientes”, aponta.

A nova área, que foi apresentada durante evento realizado nesta quarta-feira (10), contou com investimento de cerca de R$ 35 milhões e foi intitulada de Retroárea Penedo. Segundo a operadora, a nova estrutura deve aumentar em aproximadamente 70% a capacidade física do TVV e elevar em cerca de 40% a movimentação de contêineres. Já a área de armazenagem a céu aberto deve dobrar, passando de 15 mil m² para 30 mil m².

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O diretor-presidente do TVV e diretor de terminais da Log-In, Gustavo Paixão, destaca que as principais cargas de exportação atualmente são rochas ornamentais, como granito, café e pimenta-do-reino. Já no segmento de importação, o perfil é mais pulverizado.

“Quando olhamos as importações, cerca de 24% está concentrado em veículos elétricos vindos da China, e os 76% restantes são muito diversificado, com inúmeros tipos de produtos em contêineres”, afirma.

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Paixão também ressaltou que outras ações estruturais estão em estudo e dependem de articulação entre diferentes atores da comunidade portuária. Segundo ele, melhorias no acesso marítimo e terrestre são fundamentais para ampliar a competitividade do terminal, especialmente diante das discussões sobre reforma tributária, que podem impactar a atratividade logística do Espírito Santo.

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