Previsão é de que o Grupo Minas Port inaugure o terminal logístico em outubro e que comece a operar com as cargas em junho de 2026
Por Kikina Sessa
As obras do terminal multimodal que o Grupo Minas Port está construindo no município de Fundão avançam para a fase final, com previsão de inaugurar o porto seco em outubro de 2025 e de iniciar as operações em junho de 2026.
Com 1,5 km de extensão ferroviária e conexão na linha Vitória-Minas, o terminal vai receber produtos siderúrgicos como ferro gusa e minérios, fertilizantes, grãos, além de contêineres.
O terminal vai conectar a Vitória-Minas e a BR-101, facilitando o escoamento de grãos do Centro-Oeste para o exterior, pelos portos do litoral Norte capixaba.
Esse é um projeto estratégico que vai gerar empregos, atrair empresas e transformar Fundão em um polo logístico de referência, comenta Eleazar Lopes, prefeito de Fundão. Recentemente, o prefeito recebeu o secretário de Estado de Desenvolvimento, Sergio Vidigal, e o subsecretário de Estado de Integração e Desenvolvimento Regional, Celso Guerra, bem como o secretário de Desenvolvimento de Aracruz, José Eduardo Faria de Azevedo, para uma visita ao canteiro de obra.
O terminal multimodal é fruto da parceria entre a Prefeitura de Fundão, o governo do Estado e o Grupo MinasPort, e está recebendo R$ 150 milhões em investimentos.

A visita teve como objetivo acompanhar o andamento das estruturas logísticas integradas ao Parklog – estratégia que visa impulsionar a conexão entre modais de transporte e potencializar o escoamento da produção capixaba.
“Fundão passa a fazer parte de uma rota estratégica com grande potencial de crescimento, integrada ao Parklog e conectada aos principais corredores logísticos do país. Essa visita reforça o compromisso do Estado em apoiar iniciativas que aproximam o desenvolvimento das regiões e promovem inclusão produtiva”, declarou o secretário Sergio Vidigal.
O terminal vai ocupar uma área de 250 mil m² e é chamado porto seco porque se trata de uma área alfandegada instalada fora dos portos e aeroportos, funcionando como uma extensão da alfândega para operações de importação e exportação.

