- Continua após a publicidade -

Liberação para exploração de petróleo não altera negociações na COP30

Presidente da conferência defende posição nacional em meio a debate sobre transição energética

O presidente designado da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), André Corrêa do Lago, refutou eventual impacto, do ponto de vista da negociação, com a licença referente ao bloco 59 na Margem Equatorial. “Eu não acho que tenha que ser considerado como algo que mude coisas na COP”, declarou nesta quinta-feira, 23, em coletiva de imprensa.

O Bloco FZA-M-59 está a 500 km da Foz do Rio Amazonas, uma faixa ambientalmente sensível por abrigar, por exemplo, estações ecológicas, áreas marinhas protegidas, áreas de proteção permanente e reservas indígenas. “Todo mundo sabia que esse tema estava evoluindo. A questão foi o momento em que a notícia foi dada e esse momento. É uma demonstração do quanto esse tema está sendo debatido de maneira muito aberta no Brasil e que as instituições brasileiras estão funcionando no ritmo que as coisas devem acontecer”, declarou.

Conteúdo em Alta

Vitória recebe 1º encontro nacional de reciclagem
Presidente da COP30 prevê prolongamento das negociações após...
Brasil goleia Panamá com Vini Jr em alta
COPs discutem saída dos combustíveis fósseis e desmatamento
Governo anuncia plano nacional contra incêndios em 2026
Compromisso é assegurar transição energética, diz Motta
Até 2050, Petrobras manterá posição de fornecer 31%...
ES cria modelo inédito e avança na gestão...
Janeiro entra no top 5 dos mais quentes...
Petróleo cai 17% em maio com perspectiva de...

O processo de licenciamento ambiental sobre o Bloco FZA-M-59 foi iniciado em 2014 e houve um longo trâmite para a liberação esta semana. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apontou em parecer técnico 29 condicionantes específicas, incluindo diversos planos de prevenção ambiental.

- Continua após a publicidade -

André Corrêa do Lago argumentou que a posição do Brasil é “fortalecida” e, como todos os países no processo de transição energética, é necessário fazer escolhas. “A transição em cada um dos países representa um grande desafio econômico e eu acredito que o Brasil demonstrou para o mundo que esse tema está sendo tratado ao mesmo tempo de maneira muito institucional”, disse.

(Com informações da Agência Estadão, Por Renan Monteiro e Mateus Maia)

Leia Mais

Mata Atlântica é tema de semana cultural em...
COP30: indígenas protestam em ‘barqueata’; segurança é reforçada...
Brasil e Panamá: saiba onde assistir ao jogo
ES vira base estratégica para conferências mundiais
Câmara pode suspender regra do Ibama
Gastos da Petrobras no AP passam de R$...
Lula defende plano justo para reduzir dependência dos...
Livro revisita legado ambiental e história do Espírito...
Cidades-esponja e a nova cultura urbana diante da...
Petróleo sobe até 0,49% após acordo preliminar EUA-Irã

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

- Publicidade -

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -