O atraso no pagamento de empréstimos deixou 35% dos consumidores brasileiros com nome sujo, segundo uma pesquisa do CNDL e SPC Brasil.
Na avaliação do conselheiro do Corecon-ES Juliano César Gomes, o persistente nível de desemprego e a redução da renda domiciliar tem gerado diversos problemas de desequilíbrios financeiros. “Muitos recorrem aos empréstimos para o pagamento de dívidas. Entretanto, como a conjuntura econômica tem se mantido estável, sem muitas alterações de melhora, grande parte não consegue honrar seus compromissos, caindo numa espiral de endividamento”.

