Resultado do 1º trimestre de 2026 cresceu 66,3%, impulsionado pelo avanço do crédito, serviços e operações financeiras
Por Letícia Arcanjo
No primeiro trimestre de 2026, Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) registrou lucro líquido de R$ 91 milhões, resultado 66,3% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, representando o melhor desempenho para um primeiro trimestre na história do banco. Os dados foram divulgados na quarta-feira (13).
A instituição financeira destaca como principais fatores para o resultado, o avanço das receitas de intermediação financeira, com destaque para odesempenho de títulos e valores mobiliários, que avançaram 17,2% em 12 meses, e das receitas com crédito, que cresceram 12,3% no período.
No trimestre, o faturamento do banco atingiu R$ 1,6 bilhão, alta de 13,1% na comparação anual. O Resultado Operacional somou R$ 116 milhões, crescimento de 29,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
Já a Margem Financeira Líquida alcançou R$ 301 milhões, avanço de 2,3% em 12 meses. Outro indicador que se destacou foi o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), que atingiu 19,1%, maior patamar histórico registrado pelo banco.
“O primeiro trimestre de 2026 consolida nossa estratégia de crescimento sustentável e resiliência operacional. Alcançamos o melhor primeiro trimestre da história do Banestes, com um Lucro Líquido de R$ 91 milhões e um ROE de 19,1%. Juntos, estamos fortalecendo cada vez mais o Banestes, construindo uma organização sólida e rentável, em sintonia com as expectativas da sociedade capixaba, destacou o novo diretor-presidente da instituição, Carlos Artur Hauschild.
Crédito e Patrimônio
A Carteira de Crédito Ampliada encerrou março em R$ 15,2 bilhões, crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O avanço foi puxado principalmente pelas operações de crédito comercial, que cresceram 3,9%, e pelo crédito pessoal, com alta de 8,1%.
O Patrimônio Líquido do banco atingiu R$ 2,4 bilhões, alta de 7,4% em 12 meses. O Banestes informou ainda que destinou R$ 56 milhões em dividendos e juros sobre capital próprio aos acionistas no trimestre, sendo R$ 52 milhões repassados ao Governo do Espírito Santo.

