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Associativismo ganha força e amplia mercado capixaba

Por meio das associações que os produtores conseguem ganhar espaço no mercado e desenvolver o aperfeiçoamento de produtos e serviços

Cada vez mais forte no Espírito Santo, o associativismo é um movimento de integração da cadeia produtiva e, consequentemente, do fortalecimento da economia local.
É através das associações que os produtores conseguem ganhar espaço no mercado e desenvolver o aperfeiçoamento de produtos e serviços.

“O associativismo trabalha para o bem comum. É através dele que muitos setores conseguem criar um ambiente favorável para o crescimento e desenvolvimento do mercado”, disse o diretor do Sindicato da Indústria do Café do Espírito Santo (Sindicafé), o empresário Egídio Malanquini.

A partir do associativismo, empresas, produtores rurais e sociedade conseguem ganhar força para alcançar objetivos comuns, o que se dá através de lideranças que criam um ambiente favorável para o debate e atuam para gerar resultados e consolidar as soluções alcançadas.

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185 é o número de associados da indústria do café

No Espírito Santo, o principal exemplo de sucesso desse tipo de organização são o aprimoramento e reconhecimento internacional da produção de café. “Outros mercados vêm se espelhando na trajetória do café. Exemplo disso é a criação de rótulos de cachaça a partir da integração dos alambiques”, mencionou o empresário.

O aprimoramento da produção de café no Estado teve início há 15 anos. Desde então o mercado capixaba tem ganhado espaço e reconhecimento no mercado nacional e internacional.

Outro benefício da integração produtiva através do associativismo é a geração de emprego e renda, pois, quando uma cadeia de produção se fortalece, cria estabilidade para que empresários possam investir em seus negócios e assim proporcionar mais qualidade de vida para toda a sociedade. “As associações promovem um ambiente favorável para produtores e empresas evoluírem, e isso significa mais oferta de emprego e melhor qualidade de vida para todos”, afirmou Egídio.

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FORÇA COMUNITÁRIA

Esse modelo se faz presente em organizações sociais sem fins lucrativos, como em uma associação de moradores. É através de associações que os integrantes de uma comunidade conseguem unir forças perante o poder constituído a fim de obter melhorias para a região ou bairro onde atuam. “As associações estão presentes no dia a dia da população. As de moradores são um bom exemplo disso”, esclareceu o diretor.

As associações funcionam como uma instituição representativa em busca de alternativas para as dificuldades encontradas por um grupo. Unindo esforços, empresas e sociedade aprimoram e assim alcançam seus objetivos, sejam eles comerciais ou não. “Uma sociedade que conversa em busca de um objetivo comum tem mais chance de alcançar esse objetivo. Uma sociedade desorientada, desunida, está em vários lugares, mas não tem força para seguir em frente”, concluiu Egídio.

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