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segunda-feira, 29 novembro, 2021

Alpinismo industrial na Terceira Ponte

A Terceira Ponte será foco de mais uma ação de manutenção preventiva. O trabalho, que começou nesta semana, está sendo realizado para reparos na estrutura de concreto dos pilares.

A ação é realizada pela Rodosol e o recurso, chamado alpinismo industrial, é utilizado tanto para retirar amostras do concreto dos pilares da ponte quanto para realizar reparos em locais onde o concreto foi alcançado por agentes corrosivos como a maresia, por exemplo.

Dessa vez, o objetivo é vistoriar os aparelhos de apoio da estrutura metálica da ponte e dois especialistas farão o trabalho por meio de rapel, para verificar integridade e condições estruturais para correção em caso de necessidade.

“Os aparelhos de apoio são peças estruturais, localizadas entre o pilar e as vigas que suportam o pavimento da ponte. Eles servem para transferir as cargas entre as estruturas e permitir que elas se movimentem sem causar danos estruturais”, explica o diretor-presidente da RodoSol, Geraldo Dadalto.

Segundo ele, na intervenção realizada dessa vez, o engenheiro alemão Jurn Maertens, que trabalhou como projetista da estrutura metálica da Terceira Ponte na década de 70, está acompanhando remotamente o trabalho de uma das salas da RodoSol, na praça de pedágio da ponte.

O trabalho preventivo e integrado realizado pela concessionária, envolvendo os maiores especialistas brasileiros, além de técnicas e equipamentos de ponta ao longo dos anos, dobrou a previsão de “vida útil” da ponte de 50 para 100 anos.

“Dizer isso não é dizer que a estrutura da ponte estaria comprometida com 50 anos de vida. Essa previsão indica o momento em que seria necessário realizar intervenções de manutenção corretivas mais significativas. O trabalho preventivo dobrou essa expectativa para 100 anos”, explica Dadalto.

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