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quarta-feira, 6 julho, 2022

Varíola dos macacos: ECDC diz que o vírus não se espalha facilmente

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ata-se de um paciente residente em Porto Alegre, de 51 anos, que viajou para Portugal, com retorno ao Brasil no dia 10 deste mês. Foto: Cynthia S. Goldsmith, Russell Regner/CDC via AP

A transmissão de humano para humano ocorre por contato próximo com material infeccioso e por gotículas respiratórias

Diante do atual surto de varíola dos macacos, que já engloba nove estados membros da União Europeia, a agência para controle de doenças local afirmou nesta segunda-feira, 23, que o vírus causador não se espalha facilmente entre as pessoas. Em comunicado, o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês) aponta que a transmissão de humano para humano ocorre por contato próximo com material infeccioso de lesões de pele de uma pessoa infectada e por gotículas respiratórias em contato prolongado face a face.

Segundo o centro, a predominância de casos no surto atual e a natureza das lesões apresentadas sugerem que a transmissão ocorreu durante relação sexual. Na avaliação do organismo, o risco geral é avaliado como moderado para pessoas com múltiplos parceiros sexuais e baixo para a população em geral.

Os casos devem permanecer isolados até a cura completa das erupções, evitando contato com pessoas imunossuprimidas e animais de estimação, aponta o ECDC. A abstenção de atividade sexual e contato físico próximo também é aconselhável até que a erupção se cure, e a maioria dos casos pode permanecer em casa com cuidados de suporte, diz o comunicado.

“Ainda existem várias incógnitas em relação a este surto e o ECDC continuará a acompanhar de perto os desenvolvimentos e a atualizar a avaliação de risco à medida que novos dados e informações estiverem disponíveis”, conclui.

Informações de Agência Estado

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