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quinta-feira, 20 junho, 2024

San Lorenzo pede desculpas ao Palmeiras por ato racista

Os casos de racismo em jogos da Libertadores e da Sul-Americana se tornaram recorrentes. Jogadores e times brasileiros são alvos constantes

A direção do San Lorenzo veio a público para pedir desculpas ao Palmeiras pelo ato racista de uma torcedora argentina durante partida entre os dois times, pela Copa Libertadores, na quarta-feira. O episódio aconteceu no estádio Nuevo Gasómetro, quando a torcida palmeirense, presente no local, comemorava o gol de empate, por 1 a 1, placar final do jogo.

“Deixamos claro nosso mais absoluto repúdio a ações como a mencionada, entendendo que o futebol sul-americano e mundial deverá erradicar de uma vez por todas atitudes como estas que vão contra toda a relação desportiva e em nosso ideal de que o futebol é base integradora”, registrou o clube argentino, em comunicado publicado em suas redes sociais.

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“Aproveitamos a oportunidade para oferecer nossas mais sinceras desculpas a toda torcida do Palmeiras, a todos vocês, colocando à disposição em breve os resultados finais da nossa investigação, deixando expressamente estabelecido que o Club Atlético San Lorenzo de Almagro não endossa, ratifica nem compartilha de atitudes como as ocorridas.”

O clube de Buenos Aires também afirmou que vai tomar medidas contra a torcedora, que fez gestos de “macaco” em direção à torcida palmeirense. A atitude foi flagrada pelas câmeras de celulares durante a partida. É possível até que o time argentino consiga identificar a torcedora para eventuais punições.

“Vamos estabelecer a imediata suspensão dos seus direitos sociais e esportivos, caso ela seja sócia, e a impossibilidade de ela entrar novamente em nosso estádio, caso ela não seja sócio”, explicou a direção do San Lorenzo.

Os casos de racismo em jogos da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana se tornaram recorrentes nos últimos anos. Jogadores e times brasileiros são alvos constantes. No ano passado, um torcedor e um dirigente do San Lorenzo foram presos no Brasil, após jogo contra o São Paulo, por gestos racistas. Com informações Agência Estado

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