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Pecuária cresce e reforça renda no ES; veja impactos

Relatório da Seag aponta alta nos abates de aves e bovinos em 2025; avanço é associado a investimentos em tecnologia e genética

Por Letícia Arcanjo

O Espírito Santo registrou aumento na produção animal no último ano, com destaque para os abates de bovinos e de frangos, que cresceram 3% e 1,75%, respectivamente. Os dados são do Relatório de Produção Animal do Espírito Santo, divulgado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).

Elaborado pela Gerência de Dados e Análises, o documento reúne os principais indicadores da pecuária capixaba, como quantidade abatida, número de cabeças de bovinos, suínos e aves, além dos preços médios recebidos pelos produtores.

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Em entrevista à ES Brasil, o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, atribui o avanço à adoção de tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e à melhoria da qualidade da produção de carne. Segundo ele, os investimentos têm contribuído para que os produtores ampliem o volume produzido.

Apesar de considerar o crescimento moderado, o secretário destaca que os resultados são consistentes e já impactam a economia estadual, especialmente na geração de emprego e renda. Com esse resultado, o Estado passa a ocupar a 9ª posição no ranking nacional de abates de bovinos e a 11ª colocação na produção de frango.

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De acordo com Bergoli, o aumento do volume abatido tende a elevar a receita dos produtores e melhorar as margens de rentabilidade.“Sempre que ocorre um crescimento em volume, normalmente, acompanhado de volume abatido, você tem uma receita um pouco maior. Quando aumenta o abate, aumenta a receita, e gera um percentual e uma margem melhor para os produtores”, afirma.

Já a suinocultura apresentou retração de 1,8%, passando de 32.338 toneladas para 31.772 toneladas, resultado do abate de 325,9 mil suínos. Mesmo com essa redução, o Espírito Santo mantém a 9ª posição no ranking nacional do segmento.

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