spot_img

IA deixa de teste e vira arma competitiva nas empresas

Empresas adotam inteligência artificial como diferencial e mudam gestão, produtividade e competitividade nos principais setores do mercado

Por Thamiris Guidoni

A inteligência artificial deixou de ser um experimento pontual e passou a ocupar o centro das decisões estratégicas das empresas. Em diferentes setores da economia, como turismo, saúde, indústria e finanças, a tecnologia já redefine modelos de negócio, produtividade e competitividade, sinalizando uma mudança estrutural na forma de gerir organizações no Brasil e no mundo.

Antes restrita a pilotos e áreas técnicas, a IA hoje influencia diretamente decisões sobre eficiência operacional, crescimento, precificação, risco e experiência do cliente.

- Continua após a publicidade -

“Quando a IA” entra na agenda do CEO e do CFO, ela deixa de ser experimento e passa a ser estratégia, afirma Fabio Tiepolo, fundador da Starya AI, empresa que nasceu na área da saúde e atualmente atua na orquestração de agentes de inteligência artificial com governança em diversos setores.

Conteúdo em Alta

Fapes amplia bolsas para iniciação científica
“Futuro da IA depende da responsabilidade humana”, diz...
Câmara aprova PEC do fim da 6×1 e...
Deepfakes: especialista alerta sobre golpes com IA
ESX 2026: veja quem são os palestrantes confirmados
AI Festival traz debate prático sobre IA ao...
Consumo de café no trabalho ajuda no foco...
Mercado de IA na América Latina dispara até...
Escolha a sua vida e a viva por...
Itarana integra programa de cidades inteligentes

Levantamentos recentes indicam que entre 78% e 88% das empresas já utilizam inteligência artificial em ao menos uma função do negócio. Para Tiepolo, esse movimento representa um ponto de não retorno.

“A IA virou infraestrutura, como a internet ou o mobile. A diferença é que agora a adoção não é apenas tecnológica, é competitiva. Ninguém quer ficar para trás enquanto o concorrente escala mais rápido e com menor custo”, diz.

Os efeitos já são perceptíveis nos modelos tradicionais: no turismo, a tecnologia permite precificação dinâmica e experiências personalizadas; na saúde, amplia a eficiência clínica e a prevenção; na indústria, reduz falhas com manutenção preditiva; e, no setor financeiro, fortalece análises de crédito, combate a fraudes e automatiza o atendimento.

- Continua após a publicidade -

“O denominador comum é menos custo marginal e mais inteligência embarcada em todos os processos”, avalia o executivo.

Apesar da rápida disseminação, ainda são poucas as empresas que conseguem extrair valor relevante da inteligência artificial. Segundo Tiepolo, os principais desafios vão além da tecnologia.

“Cultura, talento e governança ainda são os principais obstáculos. IA não é apenas software, é transformação organizacional. Cabe às lideranças darem direção, propósito e limites, garantindo que a colaboração entre humanos e máquinas aumente o potencial das pessoas e não o contrário”, conclui.

Leia Mais

Ifes Serra cria documentário em VR dos Reis...
Equilíbrio fiscal impulsiona inovação no Espírito Santo
Sua empresa está pronta? Nova NR-1 muda regras...
Sete a cada dez estudantes usam IA na...
Indústria: investimento de R$ 8 milhões no ES...
Quem somos
Equilíbrio é investir no que merece o seu...
Oito startups nacionais aceleram o avanço da inteligência...
Startups capixabas ganham protagonismo no ESX 2026
TecVitória amplia espaço no ecossistema capixaba

Receba notícias exclusivas no seu WhatsApp

Contéudos especiais no seu email. Receba hoje!

- Continua após a publicidade -
- Publicidade -

EDIÇÃO DIGITAL

Edição 233

RÁDIO ES BRASIL

Continua após publicidade

Política e ECONOMIA

- Publicidade -

Matérias relacionadas

- Continua após a publicidade -