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quarta-feira, 22 maio, 2024

Fabricio Noronha fala do bom momento das leis de incentivo cultural

Secretário de Estado de Cultura explicou a importância das políticas culturais, das obras em aparelhos culturais e da ocupação dos espaços pela comunidade

Por Erik Oakes e Mariah Friedrich

Fabrício Noronha é o entrevistado da ES Brasil para falar de políticas culturais no Espírito Santo. O secretário de Estado de Cultura conta que as políticas culturais levantadas no governo de Renato Casagrande tiveram um salto e ressalta que os espaços abertos devem ser apropriados pela comunidade cultural e ocupados pela comunidade.

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“É bom que a gente tenha essa percepção desse bom momento que vivemos. As políticas públicas são uma conquista da sociedade civil. Como qualquer conquista, ela precisa de continuidade, que seja defendida a todo tempo. Elas não são dadas. É importante que essas políticas que tivemos oportunidade de criar a partir da liderança do governador Renato Casagrande nestes anos, elas sejam apropriadas pelo setor cultural ,que os espaços sejam ocupados”, disse em entrevista à ES Brasil.

Fabrício conta que a secretaria está de braços abertos para ajudar em todo o processo e comemora o salto de investimentos no setor. “Estamos sempre abertos ao diálogo com a comunidade. Percebemos que, nesses anos, há uma mudança na percepção do próprio papel da Secretaria de Cultura. A gente está aqui para ser parceiro deste processo. Sabemos que não dá pra fazer tudo, os recursos são limitados, a força e a equipe de trabalho é limitada, mas a gente está sempre disposto a buscar estes caminhos, a melhor aplicar estes recursos. Na Lei Paulo Gsutavo, apenas dois Estados do Brasil realizaram o pagamento em 2023, como era previsto inicialmente na lei, antes da operação. É um reflexo do esforço da secretaria que saiu de uma realidade de de aplicação de R$ 8,5 milhões pelo Fundo Estadual de Cultural para quase R$ 100 milhões neste ano. É um salto muito grande”, conta.

Segundo o secretário, os projetos ligados ao patrimônio são os que menos receberam propostas nas primeiras edições da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC). Para quem pretende buscar aporte em projetos, ele levanta que o hub público de economia criativa e inovação do Espírito Santo está pronto para ajudar os proponentes.

“A equipe do hub, no Centro de Vitória, dá todo o suporte. Se a pessoa tem uma ideia, pode procurar nossa equipe, que terá esse suporte tanto para captar os recursos que falamos quanto para outras linhas de financiamento”, disse.

Na entrevista, Noronha ainda falou das obras de aparelhos públicos como o Cais das Artes, Teatro Carlos Gomes e Centro Cultural Carmélia e ainda falou dos projetos da secretaria para 2024. Confira a entrevista.

 

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