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Espírito Santo registra mais dois casos suspeitos da varíola dos macacos

Com os novos casos, o estado já soma oito casos suspeitos da doença, sendo dois confirmados como positivos para a varíola dos macacos 

Por Wesley Ribeiro 

O Espírito Santo registra mais dois novos casos suspeitos da varíola dos macacos. Ambos os casos são homens com idade entre 30 e 39 anos e que apresentam sintomas como erupções cutâneas. Os dados foram divulgados pela secretaria de Estado de Saúde (Sesa) na última sexta-feira, 22 de julho de 2022.

Segundo o órgão, o primeiro caso tem histórico de viagem recente ao estado do Rio de Janeiro, estado que já confirmou 107 casos da doença. Com os dois novos casos suspeitos, o estado soma oito. Todos os casos são de homens, com idades entre 20 e 49 anos. Desses, três foram descartados, dois deram positivos e três estão em investigação.

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O segundo, apesar de não se enquadrar nas definições de caso suspeito definidas pelo Ministério da Saúde (MS), em relação a histórico de viagem e contato com caso suspeito ou positivo, a Sesa orientou à vigilância municipal que realizasse a coleta das amostras para investigação devido aos sintomas apresentados pelo paciente.

Os dois pacientes estão em isolamento e sendo monitorados pela vigilância epidemiológica municipal, que acompanha também os contatos desses pacientes.

As amostras do primeiro caso relatado foram coletadas e seguiram para o Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen), para fluxo laboratorial da realização de diagnóstico diferencial.

As do segundo caso relatado serão coletadas na próxima segunda-feira, 25 de julho de 2022. Após análise no Lacen, as amostras serão encaminhadas ao laboratório de referência, no Rio de Janeiro.

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A Sesa ressalta que o Lacen é capacitado para realizar o teste molecular específico para detecção do vírus da Monkeypox, porém ainda não recebeu os insumos do Ministério da Saúde.

Descoberta pela primeira vez em humanos em 1970, a varíola do macaco é menos perigosa e contagiosa do que a varíola, que foi erradicada em 1980. A maioria dos casos é detectada em homens entre 18 e 50 anos.

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