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sábado, 20 DE julho DE 2024

ES registra crescimento no abate e exportação de bovinos

Resultados são do levantamento da Secretaria Estadual de Agricultura, referente aos três primeiros meses do ano, e mostram que a bovinocultura está em alta

Por redação

A pecuária no Espírito Santo segue em alta. Segundo informações da Gerência de Dados e Análises da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), a partir de dados originais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de carne bovina teve alta de 45,4% no primeiro trimestre de 2024.

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No total, foram 17,6 mil toneladas, ante as 12,1 mil toneladas obtidas no primeiro trimestre de 2023. Os dados se refletem também no crescimento significativo do peso total de carcaças e no número de abates. O acumulado no peso total das carcaças foi de 45,4%, saltando de 12.085 toneladas para 17.567 toneladas.

Fevereiro foi o mês com os números mais elevados: 5.683 toneladas, ante as 3.420 de 2023, resultando num aumento de 66,2%. Janeiro ficou como o segundo mês na produtividade com um aumento de 47,5%, passando de 3.952 toneladas para 5.829 toneladas. Em março, o aumento foi de 28,5%, atingindo 6.055 toneladas em comparação com as 4.713 toneladas registradas anteriormente.

Exportações também em destaque

Segundo o levantamento da Seag, a carne bovina ficou entre os principais produtos exportados pelo agronegócio capixaba neste primeiro trimestre de 2024. A bovinocultura ficou em 4º lugar na geração de divisas, alcançando um valor de US$ 7,6 milhões com as 1.564 toneladas exportadas, o que representa 1,18% do total das exportações do setor no período.

Embora o preço médio do quilo da carne tenha caído de US$ 6,00 para US$ 4,89, o aumento no volume exportado compensou essa redução.

Análise e implicações

“O crescimento observado no número de abates, no peso total das carcaças e nas exportações de carne bovina pode ser atribuído a uma série de fatores. Destacam-se as melhorias nas práticas de manejo e produção, além dos investimentos significativos do setor privado em infraestrutura e tecnologia para o abate e processamento de carne bovina. Empresas do setor têm investido em modernização das instalações, equipamentos de alta tecnologia e treinamentos para os profissionais, garantindo maior eficiência e qualidade no processamento dos produtos”, destaca a secretaria em material publicado. (Com informações da Seag)

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