
Dizer ‘não‘ é uma situação que pode ser inevitável. Você precisa saber se posicionar, mesmo que corra o risco de parecer inflexível ou arrogante
Tá. A gente, há muito tempo, tem jornadas duplas, triplas e, às vezes, até quádruplas. Cada uma por seus motivos. E acaba assumindo uma carga pesada demais. Recentemente, li uma matéria sobre alguns “nãos” que a gente precisa aprender a dizer, sem medo, no trabalho.
E resolvi compartilhar com vocês. Bem didaticamente, vamos lá: se o fato de aceitar mais alguma tarefa colocar em risco a entrega de outras, já da sua rotina, você pode e deve dizer “não” – assim, não corre o risco de se sobrecarregar e não fazer, nem o que precisa, de fato, se você acumula muitas horas extras, é hora de parar – o fim do expediente chega (em horário razoável) para todo mundo. Ficar um ou dois dias até mais tarde por causa de alguma solicitação de última hora, tudo bem, mas virar as noites não pode ser um hábito; se você receber uma proposta que não tem nada a ver com sua expectativa profissional, ainda que seja cheia de vantagens ou glamour, recuse – não adianta, trabalhar por dinheiro, mais cedo ou mais tarde, acaba dando errado.
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Se já está comprometida com um projeto que exige dedicação integral e exclusiva, não aceite outros pedidos, a menos que tenha chance de renegociar os prazos. De toda forma, entenda que essa é uma situação que pode ser inevitável, e você precisa saber se posicionar, sem ser arrogante ou inflexível.
Se lhe pedirem para fazer algo que não é a sua especialidade e não foi capacitada para tal ou não tem tempo hábil para aprender, diga “não” – você não é uma supermulher e pode acabar se comprometendo.
Esta matéria foi publicada originalmente em 5 de Agosto de 2015, no portal da Revista ES Brasil. As pessoas ouvidas e/ou citadas podem não estar mais nas situações, cargos e instituições que ocupavam na época, assim como suas opiniões e os fatos narrados referem-se às circunstâncias e ao contexto de então.

