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Em 24 horas, Brasil registra 3.058 casos confirmados da covid-19

Segundo balanço, o número subiu para 38.320. Já os óbitos aumentaram para 1.736

O número de casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil é alarmante. De acordo com o Ministério da Saúde, nesta quarta-feira (15), foram registrados 3.058 casos de infecção pelo novo coronavírus, totalizando 28.320.

O número de óbitos também foi expressivo no período de 24 horas foi de 204, totalizando 1.736 óbitos em todo o país. Em relação a ontem (14), o aumento de casos foi de 12%, quando foram contabilizados 25.262 casos.

Já o número de óbitos subiu 13% em relação a ontem, quando o país contabilizava 1.532 mortes. Na comparação com segunda-feira (13), quando eram 1.223 óbitos, representou uma elevação de 42%.

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Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ações estão sendo adotadas para o enfrentamento da covid-19 no país. Mas a taxa de letalidade do país ficou em 6,1%, mesmo índice registrado ontem.

Estados

São Paulo continua liderando o ranking de Estados que concentra o maior número de óbitos (778), com três vezes o número do segundo colocado, o Rio de Janeiro (265). Em seguida aparecem Pernambuco (143), Ceará (116) e Amazonas (106).

Também foram registradas mortes no Paraná (38), Maranhão (34), Minas Gerais (30), Santa Catarina (28), Bahia (27), Pará (21), Paraíba (21), Rio Grande do Norte (19), Rio Grande do Sul (19), Espírito Santo (18), Distrito Federal (17), Goiás (15), Piauí (oito), Amapá (sete), Alagoas (cinco), Sergipe (quatro), Mato Grosso do Sul (quatro), Mato Grosso (quatro), Acre (três), Roraima (três), Rondônia (duas) e Tocantins (uma).

Perfil

Conforme boletim do Ministério da Saúde, o perfil das vítimas dos óbitos em decorrência da covid-19 é composto de 60% de homens e 40% de mulheres e 73% de pessoas acima de 60 anos. A participação desta faixa etária, considerada de risco, diminui. Há duas semanas era de cerca de 90%.

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Além disso, entre as pessoas que faleceram, 73% possuíam alguma doença, condição denominada pelos médicos de “fator de risco”. Do total de mortos, 502 tinham algum problema no coração, 508 estavam com diabetes, 152 apresentavam alguma complicação respiratória (pneumopatia) e 119 possuíam alguma condição neurológica.

*Da redação, com informações da Agência Brasil.

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