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terça-feira, 25 junho, 2024

Câmara vota para manter Chiquinho Brazão preso: veja como votaram os deputados capixabas

Acusado de ser o mandante do assassinato da ex-vereadora carioca Marielle Franco, Brazão seguirá preso; Placar entre capixabas foi de 5 a 4 pela prisão

Por Robson Maia

A Câmara dos Deputados definiu por manter a prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (Psol-RJ). A votação aconteceu na noite da última quarta-feira (10) e terminou com um placar de 277 votos a favor da manutenção da prisão contra 129 pela revogação, além de 28 abstenções.

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Entre os parlamentares do Espírito Santo, a votação foi dividida. Amaro Neto (Republicanos-ES), Gilson Daniel (Podemos-ES), Helder Salomão (PT-ES), Jack Rocha (PT-ES) e Paulo Foletto (PSB-ES) votaram a favor da validação da prisão.

Já os deputados Da Vitória (Progressistas-ES), Evair de Melo (Progressistas-ES), Gilvan da Federal (PL-ES) e Messias Donato (Republicanos-ES) votaram contra a manutenção da prisão de Brazão. Gilvan, inclusive, seguiu a orientação partidária, uma vez que o PL orientou a sua bancada a votar de forma contrária.

O deputado Victor Linhalis (Podemos-ES), como membro da CCJ (Comissão de Constituição de Justiça), foi uma das abstenções contabilizadas. Durante a tarde, a CCJ da Câmara aprovou a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão por 39 a 25 e uma abstenção.

Para manutenção da prisão do congressista eram necessários 257 votos. A sessão e votação do tema foi “rápida”, após o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), definir 30 minutos para apreciação do texto.

Chiquinho Brazão foi preso em 24 de março deste ano, por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, acusado de ser um dos mandantes de Marielle Franco. As acusações se estendem a obstrução da justiça e uso da máquina pública em benefício próprio na investigação que já dura quase 6 anos.

Prisões de deputados com mandato em exercício precisam ser referendadas pela Câmara. Assim, com a decisão dos parlamentares em Brasília (DF), Brazão seguirá preso.

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