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quarta-feira, 12 junho, 2024

ArcelorMittal Wahine Bodyboarding coroa campeãs com deficiência

Além da categoria Pessoas com Deficiência, evento contou com baterias nas categorias Profissional e Máster. Wahine vai até o próximo sábado (27)

Por Andressa Ribeiro*

No último final de semana, a Praia de Jacaraípe foi palco das competições do ArcelorMittal Wahine Bodyboarding Pro 2024, etapa feminina do Circuito Mundial de Bodyboarding. O evento, que contou com uma intensa disputa, marcou o início das primeiras baterias da Profissional e Máster, além da categoria de Pessoas com Deficiência.

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Os destaques ficaram por conta da categoria de Pessoas com Deficiência, que realizou todas as suas baterias. Estreando a categoria Deficientes Visuais, Renata Barone celebrou seu título após uma disputa acirrada com Lorrayne Rodrigues, virando o jogo na última onda. Thais Gobetti conquistou a terceira posição, completando o pódio.

“Sensação muito boa. Uma competição que eu não estava esperando e vim participar. Não dá para explicar. É uma sensação muito forte”, comemorou Renata.

A atleta Carla Cunha conquistou seu bicampeonato entre as Amputadas em uma categoria que contou com a participação de quatro atletas. Na mesma categoria, Larissa Daeslinger, surda e amputada, desistiu da prova.

Na categoria das Mastectomizadas, com quatro competidoras, o título ficou com Tiana Dantas, seguida por Mariana Abreu, Cintya Belli e Rangeria Amorm.

Profissional e Máster

ArcelorMittal Wahine Bodyboarding coroa campeãs com deficiência - Foto: Divulgação
ArcelorMittal Wahine Bodyboarding coroa campeãs com deficiência – Foto: Divulgação

Nesta primeira fase, também foram realizadas as oito baterias iniciais da Profissional e oito da Máster. As primeiras a entrar no mar foram as bodyboarders da Máster. 

Bicampeã da categoria no Circuito, a carioca Mariana Nogueira ficou em segundo lugar. A vitória foi da portuguesa Catarina Souza, após muita disputa em busca das melhores ondas. E Catarina garantiu sua segunda conquista do dia vencendo também na Profissional.

“Tive a sorte de pegar ondas que proporcionaram manobras boas. E estou de olho nas meninas”, afirmou Mariana, uma das estrelas do bodyboarding na década de 90, com três títulos.

O diretor de Gestão de Pessoas da ArcelorMittal, Rodrigo Gama, ressaltou a importância do evento: “A ArcelorMittal tem como valores fundamentais a Sustentabilidade, a Qualidade, a Liderança e a Segurança. Para nós, o respeito às pessoas e à vida é um pilar essencial e faz parte da nossa prática no dia a dia. Também temos um compromisso forte com o empoderamento feminino, e eventos como este representam bem essa missão.”

Esta é a terceira edição do campeonato, que segue até o próximo sábado (27). Com um número recorde de 115 inscrições, incluindo 75 atletas de sete países diferentes, o evento promete ser uma celebração do bodyboarding feminino em escala global.

*Sob supervisão de Erik Oakes

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