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terça-feira, 18 junho, 2024

Espírito Santo tem 775 mil trabalhadores na informalidade

Apesar de o Estado registrar alta na geração de empregos formais, taxa de informalidade chega a 37,6%

Por Kikina Sessa

O estudo Dia do Trabalhador, elaborado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), traz a informação de que no quarto trimestre de 2023 o Estado tinha um contingente de 775 mil trabalhadores atuando na informalidade, sem vínculo empregatício.

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Apesar de ter havido redução de 0,5 pontos percentuais (p.p) com relação ao ano de 2022, a taxa de informalidade no Espírito Santo é de 37,6%, a 10ª menor entre os demais estados da federação. A média nacional é de 39,1%.

Já na geração de empregos formais, o desempenho capixaba em 2023 apresentou uma alta de 1,6% em relação a 2022. Na média de 2023, cerca de seis a cada 10 pessoas de 14 anos ou mais estavam trabalhando no Espírito Santo. Ao todo, o Estado fechou 2023 com 850.760 vínculos de empregos formais.

Na média de 2023, o rendimento médio mensal do capixaba registrou alta de 3% em relação ao ano de 2022. No 4º trimestre de 2023, o rendimento médio do trabalhador capixaba chegou a R$ 2.936,43, colocando o Espírito Santo na 10ª posição entre os estados do país.

De acordo com o diretor de Integração do IJSN, Antonio Rocha, os resultados apresentados no estudo são reflexos da soma de diversos fatores. “Esse cenário positivo mostra que o mercado de trabalho capixaba tem conseguido cada vez mais absorver a demanda por trabalho, resultado que pode ser atribuído a um conjunto de fatores, como a qualificação ofertada pelo governo do Estado, os créditos oferecidos ao pequenos e médios empreendedores por nossa Agência de Desenvolvimento, a Aderes, as contas organizadas e equilibradas atraindo investimentos, tudo isso contribui para essa tendência de estabilidade no mercado de trabalho no Espírito Santo”.

No acumulado de 2023, os segmentos que mais geraram vagas de empregos formais no Estado foram comércio, serviços e construção civil. Além disso, o estudo também destaca que tanto na economia criativa quanto na economia do turismo o Estado alcançou o maior número de ocupados da série histórica.

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