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Após fim de “crise”, Anderson Goggi será o presidente da CMV

Princípio de crise na base governista foi solucionada após encontro de Pazolini com “Grupo dos 5”; Goggi será candidato único à disputa

Por Robson Maia

O princípio de crise chegou ao fim. A disputa que se desenhava entre aliados do atual prefeito, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, pela presidência da Câmara de Vitória (CMV) não seguiu adiante. Um encontro realizado entre lideranças da base do governo definiu o vereador Anderson Goggi, do PP, como sucessor de Leandro Piquet no Legislativo da capital.

A resolução serve, de certa forma, como panos quentes em uma situação áspera para a largada do novo mandato de Pazolini. André Brandino, do Podemos, era apontado, ao lado de outros quatro parlamentares (Aloísio Varejão (PSB), Dalto Neves (SD), Luiz Paulo Amorim (PV) e Maurício Leite (PRD)) como nomes que poderiam surgir como uma alternativa visando o principal posto da Mesa Diretora da Câmara da capital.

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Contudo, após um encontro realizado no gabinete do prefeito na última terça-feira (17), os movimentos foram ajustados e o “Grupo dos 5” apoiarão a candidatura de Goggi. O apoio praticamente liquida a disputa, uma vez que outros 10 parlamentares da base governista já se articulavam para seguir o direcionamento de voto no vereador do PP.

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Os outros 5 vereadores restantes – Pedro Trés (PSB), Bruno Malias (PSB), Karla Coser (PT), Professor Jocelino (PT) e Ana Paula Rocha (PSol) – ainda não sinalizaram apoio a Goggi, contudo, diante do atual cenário, não poderiam ao menos realizar um movimento indicando disputa, já que não alcançam o percentual mínimo de votos – 7 votos ou ⅓ do total (vale ressaltar que, a partir da próxima legislatura, em 2025, a Câmara de Vitória será composta por 21 vereadores).

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