População capixaba deve ficar atenta aos focos do mosquito da dengue

focos da dengue
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A maneira mais efetiva de lutar contra o Aedes aegypti é acabando com o criadouro e, assim, impedindo o nascimento do mosquito.

A maior parte dos criadouros do mosquito no Espírito Santo está nos depósitos móveis, geralmente vasos ou frascos com água, pratos e garrafas retornáveis. É o que mostrou o último Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) do Ministério da Saúde. No Estado, 23 cidades estão em sinal de alerta para a doença.

Apesar do alerta, o ministério informou que houve redução nos casos de dengue, zika e chikungunya no Brasil em relação ao ano passado. Mas, é preciso que a população continue atenta ao combate ao mosquito.

A maneira mais efetiva de lutar contra o Aedes aegypti é acabando com o criadouro e, assim, impedindo o nascimento do mosquito. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, faz um apelo à sociedade.

“Nós estamos convocando a população para cuidar da eliminação dos focos, para incorporar a sexta-feira sem mosquito. Toda sexta-feira, ao sair da sala de aula, ao sair do trabalho, as pessoas sejam motivadas a chegar em casa e eliminar os focos do mosquito. O ciclo de vida do mosquito é de uma semana, se nós trabalharmos com determinação, nós vamos reduzir o número de mosquitos e, por tanto, a infestação. É esse o desafio. Se a sociedade se mantiver mobilizada, mesmo com a redução de casos e, portanto, com menos mídia sobre os problemas da infestação do mosquito, nós vamos conseguir manter a redução dos casos”.