Especialista em transformação de negócios, o CEO da WIS comenta sobre os desafios diante do avanço tecnológico e da nova economia
Por Amanda Amaral
A transformação digita de um negócio atualmente, passa muito além da implementação de novas tecnologias. Passa também pela mudança na cultura organizacional, na mentalidade das lideranças e na forma como os colaboradores aprendem.
Em entrevista à ES Brasil, Leo Carrareto, CEO da WIS Educação e um dos maiores nomes no Brasil em transformação digital, comenta sobre como as empresas podem se preparar para os os desafios da nova economia.
Confira a entrevista completa:
“O Fórum Econômico Mundial fala da necessidade das empresas de assumirem esse protagonismo de capacitar essa força de trabalho de mais de 1 bilhão de pessoas para os novos tempos, como o da inteligência artificial e também outros tempos que estão por vir ainda”, comentou.
Leo Carrareto explica porquê as corporações devem se atentar as mudanças econômicas atuais e ao avanço da tecnologia, independente de serem grandes ou pequenas. “Todo negócio hoje ou está se sendo transformado ou está se transformando. Você tem que escolher um lado, não tem como você ficar no meio do caminho. Independente de transformar ou de ser transformado, você precisa de um método para isso”, afirma.
O especialista em Inovação ressalta ainda que, mesmo era digital, as empresas precisam avaliar seu mercado e colaboradores, e encontrar aquilo que as valoriza. “Quando a gente fala de transformação, eu estou falando de praticamente nascer de novo… quando a gente fala de transformação de negócios, a gente precisa chegar ao que realmente tem valor. Isso dói”, pontua.
O mercado estimula a transformação das empresas diante de clientes cada vez mais exigentes, segundo Leo Carrareto. “O cliente tem expectativas cada vez maiores. E isso não tem fim, vão querer mais e mais”, conta. As experiências consideradas valorosas para as empresas, normalmente são conduzidas por bons líderes, em sua opinião.
Ouça abaixo o podcast da entrevista na íntegra!
“Esse processo de transformação não é para a próxima geração. Esse delay pode custar caro às vezes, pode ser algo irreversível. Então, o líder tem que entender que faz parte. Obviamente, sobre nossos objetivos pessoais, o que nos move é a ambição. Eu adoro essa palavra. O pessoal analisa no sentido negativo, mas eu acho que a ambição é o que move a gente a fazer mais, a conquistar mais, a entregar mais. Mas os líderes precisam muito entender esse processo como um todo, eles são os arquitetos da transformação”, analisa.

