A presidenciável pelo MDB, Simone Tebet, se reuniu com o governador do Estado, Renato Casagrande. O encontro aconteceu no Palácio Anchieta, em Vitória
Por Josué de Oliveira
A senadora Simone Tebet, pré-candidata à presidencia da República, se reuniu na tarde desta sexta-feira (15) com o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB).
A presidenciável esteve em Vitória para evento com a militância e lideranças do MDB no Estado. Ela chegou ao aeroporto de Vitória pela manhã e foi recebida pela senadora Rose de Freitas.
Em entrevista, Simone disse que irá apoiar a candidatura do governador à reeleição. Com isso, espera que Casagrande também apoie Rose de Freitas para a reeleição no Senado.
“A senadora Rose é nossa líder aqui no Estado e ela entende que o melhor caminho para o Estado é a reeleição passa pela reeleição do governador Casagrande. Então esse é o nosso sentimento”, afirmou.
Durante o encontro, o governador ressaltou a importância da visita da senadora até para que ela que possa ampliar e fortalecer suas propostas de gestão para o país.
“Recebi a visita da atuante senadora Simone Tebet. Conversamos sobre o cenário político nacional e seu projeto para o Brasil. Recebi sua declaração de apoio e reconhecimento ao trabalho que estamos desenvolvendo aqui no EStado, o que muito nos honra”, disse.
Questionada por jornalistas, a parlamentar também abordou o tema da violência política, que avança no país.
“Precisamos de paz, essa polarização não faz bem ao Brasil. É a paz que vai fazer o país voltar a crescer, garantindo estabilidade, segurança, e gerando os tão sonhados empregos. É emprego, emprego e emprego. Essa é a nossa obsessão. Eu me apresento ao país para dizer ‘menos ideologia, menos Bolsonaro e Lula’. Vamos falar do Brasil, das mães que não têm creche para seus filhos, das mulheres que não conseguem fazer uma mamografia, dos trabalhadores que não podem pôr comida na mesa de casa.”
No encontro a senadora Rose de Freitas, presidente da Executiva Estadual do MDB do Espírito Santo, observou que o Brasil vive de “solavanco em solavanco”, sem contar com políticas públicas. Estas, quando existem, “são desenhadas em um laudo de emergência, porque o país está na UTI”.
“O que a Simone vai fazer de diferente, como mulher determinada, ousada, corajosa, cheia de propostas. Ela vai discutir o Brasil”, afirmou Rose. “Vai dizer que o país não pode viver de espasmos.”

