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Rodovias estaduais e federais têm 15 pontos críticos no ES

Pesquisa da CNT revela que o estado está na quinta posição do ranking com menos problemas estruturais na malha viária

Por Kebim Tamanini

A pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Transporte (CNT) em 2023 em todo o país identificou 15 locais críticos que demandam intervenção, abrangendo 1.726 quilômetros de estrada pavimentada, conforme levantamento no Espírito Santo. O mapeamento aponta uma redução de quase 40% nos pontos críticos em comparação com 2022, quando foram identificados 26 locais.

O estado capixaba conquista a quinta posição entre os entes federativos com menos problemas estruturais, ficando atrás apenas do Distrito Federal, Paraíba, Mato Grosso e Goiás.

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Atualmente, a maioria dos pontos críticos está nas rodovias de gestão pública, totalizando 13 locais, em contraste com três em vias administradas por concessionárias. Das regiões no Espírito Santo que necessitam de reparos, as malhas viárias estaduais são as mais prejudicadas.

No estado, há cinco buracos grandes, quatro erosões de grande porte, seis quedas de barreiras, entre outros problemas. É importante destacar que, na maioria desses pontos críticos, não há sinalização indicativa dos problemas, o que exige atenção redobrada por parte dos motoristas. Veja na tabela abaixo as vias e as cidades que possuem pontos críticos no Espirito Santo.

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Vale esclarecer que a CNT define o que é um ponto crítico em situações que apresentam risco aos motoristas, passageiros e pedestres e quando interferem no fluxo de veículos. Outro fator que também é levado em conta são o aumento de viagem e a elevação dos custos operacionais para trafegar em determinada via que tem problemas estruturais.

Dados nacionais

A pesquisa da CNT em 2023 revelou um aumento significativo nos pontos críticos das rodovias brasileiras. O levantamento identificou 2.648 locais que requerem intervenção, abrangendo uma extensão de 111.502 quilômetros de estradas pavimentadas. Esse mapeamento aponta um crescimento de 1,5% em comparação com o ano anterior, quando foram identificados 2.610 locais. A entidade aponta um processo contínuo de degradação da densidade dos pontos críticos no período de 2018 a 2022.

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Pesquisa da CNT revela que o estado está na quinta posição do ranking com menos problemas estruturais na malha viária
Os problemas presentes nas rodovias dificultam o fluxo dos veículos e podem até ocasionar acidentes. Foto: CNT

Em 2023, a densidade atingiu a marca de 2,26 pontos críticos por 100 km de estrada pavimentada, o que significa que, em média, a cada 44 km percorridos, os usuários deparam-se com um ponto crítico. A maior concentração desses pontos foi observada no Acre, com 27,8 pontos a cada 100 km, seguido por Roraima (11,8 por 100 km) e Amazonas (11,6 por 100 km).

Considerando as intervenções necessárias nas rodovias do país, a CNT estima que um investimento de, no mínimo, R$ 46,8 bilhões será necessário para reverter essa situação e garantir a segurança e eficiência do sistema viário nacional.

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