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Filho de Vidigal deixa presidência do PDT após divergência

Eduardo Vidigal assumiu presidência do partido há pouco mais de dois meses; Advogado discorda de candidatura de Weverson Meirelles

Por Robson Maia

Após assumir a presidência estadual do PDT em meados de abril, o advogado Eduardo Vidigal, filho do prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT), deixou o comando da legenda. Em declarações, Eduardo afirmou que a saída se deu após divergências com a pré-candidatura de Weverson Meirelles, escolhido por seu pai, à Prefeitura da Serra.

Em março, Sergio Vidigal anunciava, durante a prestação de contas, que não disputaria as próximas eleições municipais. Como sucessor, o prefeito apostou no o ex-secretário de Estado do Turismo e ex-chefe de gabinete da Prefeitura, Weverson Meireles, que até então presidia o PDT no Espírito Santo. Após a decisão da pré-candidatura, o cargo passou para as mãos de Eduardo Vidigal.

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Apesar de possuir um currículo com ocupações no Executivo, esta será a primeira vez que Weverson disputará um cargo nas urnas. Esta seria uma das razões para a divergência de Eduardo Vidigal com a escolha de Weverson, conforme destacado em entrevista..

“Eu achei melhor sair porque não concordo com a candidatura do Weverson. Então, prefiro me afastar desse processo eleitoral. Tenho minhas opiniões e meus ideais e acho que o partido vai diminuir com o mesmo (Weverson)”, disse Eduardo em entrevista ao Folha Vitória.

Segundo Eduardo, a discordância surgiu ainda no momento do lançamento de Weverson para o Executivo da Serra.

“Eu, como presidente, preciso me identificar com o candidato e desde o momento que começou a fazer esse movimento (de lançamento de Weverson), eu me posicionei de que não era a favor, mas a maioria decidiu por ele. O nome não é competitivo, é uma pessoa que não é conhecida na cidade”, alegou Dudu.

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Segundo Eduardo, o partido não construiu a sucessão para Sergio Vidigal, inviabilizando a chamada “transferência de votos”.

“O PDT não construiu nome pra Serra. A gente esperava que fosse o doutor Sergio, aí vieram essas surpresas, não sei se agora ele vai conseguir transferir voto”, declarou o advogado.

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